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Ao lado da super modelo chinesa Sun Fei Fei, e a outra solo, Gigi Hadid estampa duas capa de estréia da Vogue Hong Kong no mês de Março.  As modelos interpretaram a cultura chinesa e acidental de Hong Kong. Sob as lentes do fotografo Nick Knight em um cenário futurista, usando roupas da mais nova coleção da Chanel de Karl Lagerfeld. Cabelo por Martin Cullen, Makeup por Val Garland e Styling por Anya Ziourova. Infelizmente a capa solo de Hadid foi retirada da venda, um dia após ela ser postadas nas Redes Sociais da revista.

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Fotografada em Paris durante a Fashion Week, Gigi Hadid estampa a capa da edição de Março da Vogue Arabia, em comemoração aos 2 anos de lançamento da edição impressa da revista. O editor-chefe da Vogue Arabia, Manuel Arnaut disse: “Isso foi, claro, uma imensa honra quando o artista celebrado Peter Lindbergh concordou em fotografar a capa do nosso 2º aniversário, generosamente envolvendo toda a equipe no magico processo criativo dele. A cereja do bolo é nossa estrela da capa, Gigi Hadid. Apesar da estrela Palestina-Americana ser a mais requisitada modelo na moda, tendo posado para quase todos fotógrafos de primeira, essa também foi sua primeira vez trabalhando com Lindbergh”

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A modelo posou para as lentes do fotografo Peter Lindbergh, Style por Katie Trotter e Michael Philouze, maquiagem por Stéphane Morais e cabelo por Odile Gilbert at L’Atelier 68.

Gigi também concedeu uma entrevista exclusiva para a revista, confira completa aqui.

Com as paisagens do Rio de Janeiro de cenário, Gigi Hadid faz sua estreia na Elle US, estampando quatro capas da edição de março da revista.

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Vestindo roupas das marcas Ferragamo, Versace, Balmain, Marc Jacobs, Armani, Chanel e Chloé, a modelo foi fotografada pelas lentes de Chris Colls em diversos locais da Cidade Maravilhosa, como a praia do Leblon e o heliporto da Lagoa. Além disso, Gigi também concedeu uma entrevista para a revista onde falou sobre sua carreira, família, sua doença e mais.

Confira a entrevista completa abaixo:

Nina Garcia: Gigi, você viaja mais do que o que parece possível para uma pessoa. Onde você está agora?
Gigi Hadid: Eu estou na fazenda [da família]. Nos últimos anos eu descobri o quão importante pra mim é encontrar um equilíbrio. Tem semana que eu faço todas as viagens dos mês. As vezes, eu estou em um país diferente a cada dia, mas isso saí do meu controle.

NG: Eu ouvi falar sobre essa fazenda da sua mãe, Yolanda. Parece que é realmente um paraíso da família.
GH: É onde todos nós podemos vir e nos sentir nós mesmos. Quando eu estou aqui, eu entro no meu caminhão e vou em uma loja. As crianças ficam animadas no mercado, mas elas não pegam seus celulares. Eles querem que a gente se sinta normal, e nós apreciamos isso.

NG: Tanta coisa aconteceu desde que você fez sua estreia na semana da moda de Nova York, cinco anos atrás. Eu lembro que Jeremy Scott foi um dos seus primeiros shows, e você abriu para ele.
GH: Eu estava tão nervosa, não conseguia respirar. Eu estava tipo, “Sério, você quer que eu abra?” eu nunca tinha treinado andar na passarela. Com o passar dos anos, eu aprendi como me guiar com isso—como me encaixar nos sapatos. Muitas pessoas julgaram que eu era ruim na passarela porque elas estavam me vendo aprender, literalmente.

NG: Apesar disso, você tem modelado desde que era um bebê. Em que ponto você soube que isso seria sua carreira?
GH: Quando eu era criança, modelar era mais como se fosse um dia de neve [na escola]—você correndo na praia, sendo criança com outras crianças. Minha mãe me tirou da moda antes que isso parecesse com trabalho. No ensino médio, eu era competia com cavalos e era jogadora de vôlei. Mas [o ensino médio] foi o fator decisivo: The New School era minha escola favorita em Nova York, mas eu não escolhi ir pra Nova York para jogar vôlei ou correr com os cavalos, mas sim para ser modelo.

NG: E para estudar psicologia criminal…
GH: Sim, isso era algo que eu tinha interesse e poderia ter seguido carreira, mas eu meio que sempre soube que eu acabaria sendo uma modelo.

NG: Assim como sua mãe. Eu sei que ela realmente ajudou a guiar a sua carreira, da Bella e do Anwar. Mas você parece frustada quando as pessoas falam que seu sucesso é devido as conexões de sua família.
GH: Digo, eu entendo isso. Eu venho do privilegio e eu reconheço meu privilegio. Mas por que minha mãe estava em um programa na TV [The Real Housewives of Beverly Hills], as pessoas pensam que toda minha infância foi a fama. E definitivamente não foi. Minha mãe era modelo. Ela se mudou para os Estados Unidos quando tinha 16 anos para mandar dinheiro para família dela na Holanda. Meu pai era um refugiado e deu seu jeito de todas as maneiras. Eu trabalho duro para honrar meus pais.

NG: Acho que isso é algo comum nos filhos de imigrantes. Eu me sinto da mesma forma. Eu fiquei impressionada que você e Bella estavam na marcha contra o banimento que Trump queria estabelecer em 2017. O que te fez tomar uma atitude?
GH: Ouvir as história da minha família. Minha família é tão grata por ter tipo a chance de construir uma vida diferente para eles. Todo mundo poderia ter histórias como essas se fossem dadas as chances. Ser de duas culturas diferentes, eu vejo como ambos os lados se tratam. É importante que tenha mais abertura para pessoas se misturarem e conhecerem culturas diferentes.

NG: Falando nisso, você passou um tempo viajando o mundo com a UNICEF. Como essa parceria surgiu?
GH: Eu lembro de arrecadar dinheiro para a UNICEF na escola. Eu sempre admirei os embaixadores, então no ano passado eu me encontrei com a UNICEF e disse que queria focar em lugares que precisam de cobertura. Eu acabei indo para Bangladesh, onde a crise dos refugiados já acontece há um ano, mas não são mais noticiados. O jeito que eu poderia contribuir mais era usando as redes sociais e lembrando as pessoas que eles ainda estão ali e ainda precisam de ajuda.

NG: Você faz parte da primeira geração de modelos que tem as redes sociais como uma chave pro trabalho. Quando as pessoas olharem para esse momento da moda, qual impacto você espera ter tido?
GH: Eu acho que nós vamos ser vistas como a geração que apoiava umas as outras. Tem espaço para todas nós termos a mesma quantidade de seguidores. Nós queremos falar sobre as coisas que amamos, e realmente celebrar umas as outras.

NG: Você e Bella tem sorte de terem uma a outra na indústria. Vocês são competitivas?
GH: Eu e Bella temos estilos diferentes. Um trabalho que quer a Bella, não é um trabalho que eu tenho a aparência certa para, eu nunca levo isso para o lado pessoal. Ela me inspira de várias maneiras. Nós aprendemos uma com a outra.

NG: Sua mãe tem escrito sobre a batalha dela com a doença crônica de Lyme, que a Bella também tem.
GH: Sim, Bella e Anwar tem.

NG: Saúde deve ser uma grande preocupação para você.
GH: Crescer tendo três membros da minha família doentes me fez muito independe. Minha mãe não podia dirigir ou sair da cama alguns dias, então eu levava meu irmão pra escola comigo, ou fazia o almoço. Mas eu também me sentia culpada por ser a única pessoa na família que não sabia o que eles estavam passando. É difícil quando toda sua família está sofrendo e você não sabe o que fazer.

NG: Você foi diagnosticada com a doença de Hashimoto depois que se mudou pra Nova York. O que é isso exatamente?
GH: Isso significa que você tem uma tireoide não-ativa. A maioria das pessoas tem Hashimoto quando estão na meia idade. Eu tive isso muito cedo. No ensino médio, eu tinha muita retenção de água. Mesmo depois dos treinos extras, eu tinha um inchaço que não sumia. E eu estava sempre cansada. Isso foi difícil.

NG: Como você lida com a doença?
GH: Você tem que aprender sobre seu corpo. Quando eu tinha 17-18 anos, me prescreveram um medicamento que muitas pessoas começam a tomar quando tem 50 anos, e isso pode ter efeitos ruins se você tomar por muito tempo. Então minha mãe procurou por tratamento integrais. Na Califórnia, eu também fui a um médico para tratamentos com Canabidiol. Você pode viver uma vida de maneiras que não machuquem o seu corpo.

NG: Apesar disso, você não tem medo de se arriscar no seu trabalho. Você tem feito alguns photoshoots chocantes—incluindo esse. Teve algum momento que você se sentiu tipo, “Isso é um pouco perigoso demais pra mim”? Ou que você foi pressionada a fazer algo fora da sua zona de conforto?
GH: Existem níveis diferentes de louca—aventuras me deixam animada, e eu já fiz várias coisas aventureiras na minha vida. Mas eu sou audaciosa, não idiota. Eu conheço meus limites. Fora da minha zona de conforto, geralmente é quando eu não me conecto com a equipe criativa ou algo do tipo—coisas que possam ofender outras pessoas. Isso são coisas pelas quais já fui mal interpretada em minha carreira no passado. Quando eu era mais nova, e eu sentia no meu coração que aquilo era uma coisa que eu não deveria fazer, eu tentava falar com pessoas no set, mas talvez eles não fossem as pessoas certas para se falar. Conforme eu fiquei mais bem sucedida, as pessoas me escutam mais. Eu tenho mais confiança para saber quando algo está errado e me impor.

Tradução & adaptação:Equipe Gigi Hadid Brasil

 

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Gigi Hadid, depois de ter sido capa da Vogue brasileira em 2015, três anos depois a modelo volta a embelezar a capa da revista vestindo a febre neon que contagiou a temporada. O diretor de moda interino, Pedro Sales, foi até Nova York fotografar Hadid pelas lentes da dupla Luigi & Iango,  duo craque em imagens sofisticadas, síntese do DNA da Vogue. No editorial com conceito rebelde Gigi encarna uma líder de banda rockabilly usando um dos vestidos verdes fluorescentes criados pela Signora Prada para esta temporada, e também roupas pesadas, digna de uma líder de banda, com botas e jaqueta de couro.


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Gigi Hadid estampa a capa da CR Fashion Book edição de Setembro usando uma blusa da UNICEF, que marca a sua terceira capa para revista, junto com sua amiga e também modelo Halima Aden, que aparece na revista pela segunda vez, as duas mais novas embaixadoras do Fundo das Nações Unidas para a Infância foram fotografadas pelo fotógrafo de arte contemporânea Pieter Hugo, com estilo de Carine, e foram concebidas para engajar a geração atual de jovens com a importante história da crise global de refugiados.

Visto em um portfólio impressionante que conta com personagens como Danielle Herrington, a ex-refugiada da Somália, Hamdia Ahmed, modelo Dipti Sharma, e outros, os diversos talentos aparecem em peças de alta costura de coleções sazonais misturadas com mercadorias oficiais dos anos 70.

“Durante muitos anos, admirei os embaixadores da UNICEF, como Audrey Hepburn, e hoje tenho muito orgulho de celebrar a missão de salvamento desta organização, especialmente em um ano tão desafiador para crianças e refugiados”, diz Carine. “Segundo a UNICEF, mais crianças estão em movimento agora do que em qualquer momento desde a Segunda Guerra Mundial. Esta estatística chocante significa que capacitar as crianças a pensar, fazer e sonhar maior é mais essencial e urgente do que nunca.”
Gigi Hadid e Hamdia Ahmed têm muito em comum. Embora suas criações tenham variado drasticamente, com a supermodelo passando seus primeiros anos em Los Angeles e a ativista e ex-participante de Miss Maine vivendo em um campo de refugiados no Quênia antes de se mudar para os Estados Unidos, ambos adoram modelagem e são verdadeiros símbolos de esperança. Hadid é uma americana de primeira geração, com a imigração de seu pai da Palestina levando a infinitas possibilidades para seus futuros filhos. Viver nos EUA também transformou completamente a vida de Ahmed, que desde a mudança teve a oportunidade de aprofundar sua educação e devolver a UNICEF, que a ajudou durante seus anos no acampamento. Hadid e Ahmed sentaram-se para discutir suas experiências diferentes, mas conectadas, o incrível trabalho da UNICEF e manter a fé, confira a entrevista completa e traduzida abaixo:
GH: Conte-me sua história e como ela moldou quem você é hoje.

HA: Eu nasci durante a Guerra da Somália em 1997. Eu tinha uma semana quando estava ficando muito ruim, então minha mãe escapou da guerra com seus cinco filhos, incluindo eu. Eu era a mais nova. Minha mãe viu pessoas abandonando seus filhos, e as pessoas lhe disseram: “Você precisa deixar essa garota. Abandoná-la, ela é um bebê, é demais para ela”. Minha mãe disse: “Não, eu estou levando todos os meus filhos comigo”. Então ela caminhou 370 milhas para um campo de refugiados no Quênia. Eu fui criada lá por sete anos até me mudar para os Estados Unidos em 2005.

GH: Uau. Meu pai era um refugiado sírio e tem uma história parecida. Ele nasceu em Nazaré, na Palestina, e na semana em que sua família foi expulsa de casa, eles se mudaram para a Síria. Eu acho que ele também tinha uma semana de idade. É uma loucura pensar sobre o que nossas famílias fizeram por nós.

HA: É tão irreal às vezes. Eu fico como, estou realmente na América agora?

GH: Quanto o acampamento de refugiados você se lembra?

HA: Eu me lembro de ir à escola e pegar uniformes, mochilas, livros e refeições da UNICEF. Eu nunca soube que a América ou qualquer outro país existia. Eu estava apenas presa no Quênia.

GH: Você viu a possibilidade de sair, ou imaginou que sempre viveria no campo de refugiados? Houve coisas que fizeram você se sentir esperançosa?

HA: Quando eu era mais jovem, eu costumava carregar o cartaz da UNICEF e dizer: “Eu vou trabalhar para eles um dia, pessoal!” Essa era a minha maneira de sonhar. Eu não sabia que estaríamos indo para a América até os seis anos. Os membros da minha família foram agredidos sexualmente no campo, por isso o UNICEF ajudou a apoiar um dos meus irmãos com o trauma. Lembro-me de minha mãe costumava perguntar: “Você quer ir para o Canadá, Austrália ou América?”, eu era criança, então para mim, era apenas um processo pelo qual tínhamos que passar.

GH: O que te ajudou a ficar forte no acampamento?

HA: A escola é o que me ajudou a ser forte. A escola me ajudou muito.

GH: Você disse que sempre quis ser modelo. Quando você se interessou pela moda pela primeira vez?

HA: Eu costumava ser intimidada pela minha cor de pele quando eu estava no ensino médio no Maine. Eu tive muitas pessoas me dizendo: “Você precisa se branquear. Você ficaria tão bonita se fosse leve”. E eu fiquei tipo,“Não”. Eu me lembro de quando eu tinha 12 anos, fui a uma loja e olhei para produtos de branqueamento porque eu me sentia tão feia. Eu costumava ter medo de estar em fotos com meus amigos.

GH: Você estava linda hoje na sua foto.

HA: Você consegue imaginar? Agora estou fotografando com Gigi, então…

GH: Então, dedo do meio para eles!

HA: Eu comecei a ser mais confiante quando tinha 14 anos, tipo “Sabe de uma coisa? Estou muito linda. Eu não me importo, estou confiante”. Eu usaria o que quisesse. Os valentões queriam que eu chorasse, mas eu não. Comecei a tirar fotos de mim mesmo e assistia Tyra Banks todos os dias. Eu costumava fazer desfilar no meu porão. Minha mãe dizia: “Hamdia, o que você está fazendo?” E eu diria: “Você não viu o jeito que Tyra desfilou? Eu preciso fazer a mesma coisa.

GH: Você deveria ter visto meu rosto quando eu conheci Halima [Aden] no set pela primeira vez. Eu estava tão animada. O lado do meu pai da nossa família é muçulmano. Quando minha avó se mudou para os Estados Unidos, ela era muito moderna e não se cobria, mas ainda era uma mulher muçulmana muito poderosa e forte que liderava toda a nossa família. Ela aceitava muito os filhos que ainda queriam se cobrir e, se não aceitassem, também os abraçava. É poderoso ver você e Halima se manterem fiéis à sua fé.

HA: Obrigada. Eu ainda não assinei com uma agência, mas…

GH: Mas nós vamos te assinar, menina querida!

HA: É melhor que eles me levem. Eu telefonava para agências de modelos quando tinha nove ou dez anos, na época em que estava sendo intimidada, então esqueci disso. Eu os mandei um e-mail novamente quando eu tinha 14 anos e as agências disseram: “Sim, boa sorte. Não esperamos nada além do melhor para você. ”Eu fiquei como“ um dia você me verá na capa de uma revista ”.

GH: Toda vez que Halima pega uma capa, eu posto. Estou tão animada para ver o que você vai fazer e vou torcer por todo o caminho.

HA: Obrigada.

GH: Então me conte sobre sua experiência com o concurso Miss Maine.

HA: Isso foi tão bom. Não há muita diversidade no Maine, então quando eles viram uma mulher muçulmana competindo, ficaram muito orgulhosos. Ao mesmo tempo, a cidade inteira, literalmente, com exceção de algumas pessoas, me dava olhares sujos. Mas eu simplesmente fui lá em cima e matei. Os juízes não me escolheram porque você não vê mulheres muçulmanas sendo escolhidas para desfiles.

GH: Você precisa de coragem para se colocar lá fora, especialmente quando você é o primeiro no que faz. Saiba que a cada vez que você ouve “não”, você está indo em direção a “sim”.

HA: Isso é tão verdade. Todo “não” está me aproximando dos meus objetivos. Eu sinto que tudo está planejado.

GH: Há sempre um pouco de destino. Eu acho que você está no caminho certo. É para isso que a UNICEF é incrível: ajudar as crianças a sair de situações difíceis, porque você nunca sabe as possibilidades que temos pela frente.

HA: Isso é realmente verdade. O UNICEF fez muito por mim e pela minha família.

GH: Também é incrível porque aqui você está contando sua história para tantas pessoas ouvirem no CR Fashion Book . Você é linda e vai ser uma voz assim não só para os refugiados em todo o mundo, mas também para as mulheres muçulmanas na indústria da moda.

HA: É um momento muito emocionante.

GH: Ainda há tantas crianças buscando um futuro melhor. Há alguma palavra de esperança que você gostaria de dizer a essas crianças?

HA: Não importa onde você esteja no mundo e qual é a sua situação, continue sonhando e saiba que seus sonhos são válidos. Situações ruins são apenas temporárias.As coisas vão melhorar. Saiba que há esperança por aí e que as pessoas estão advogando por você.


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Tradução & Adaptação: Gigi Hadid Brasil

Gigi Hadid está estampando a capa da Love Magazine para uma edição especial de 10º aniversário da revista, onde podemos ver a modelo, em uma das duas capas, em uma situação extremamente sombria e assustadora ela vestiu um vestido rosa e o cabelo longo dela em suas ondas naturais, com uma marcará de coelho que está nos dando arrepios de Donnie Darko. No que parece ser uma tentativa de tornar as coisas um pouco menos assustadoras ela é retratada pelas lentes de Mikael Jansson posando com um cachorrinho adorável.

Durante todo photoshoot a loira está fantasiada de coelho com diversas marcarás, mas menos assustadoras, em todas situações possíveis do cotidiano, desde estar comendo um box de yakisoba até em estar jogando uma partida de poker.


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Mais uma capa! Desta vez Gigi Hadid está estampando a capa #V114 da V Magazine na edição de Julho 2018. A modelo foi fotografada por Mario Sorrenti em uma vibe totalmente verão americano onde a mesma pilotou um jet ski no mar e ainda foi clicada embaixo da água junto com os peixes usando um maiô sexy preto. Além de um photoshoot incrível Hadid foi entrevista pela atleta e amiga Serena Williams, onde conversaram sobre perfeccionismo, dinâmica com sua irmã e como inspirar futuras gerações de mulheres poderosas. Confira fotos em nossa galeria e a entrevista traduzida e completa abaixo:

Gigi Hadid e Serena Williams são uma geração à parte e dominam diferentes campos – Hadid como a supermodelo reinante de hoje e Williams como o GOAT de tênis. Mas além do sucesso, as duas têm mais em comum do que você pensa – tanto que a primeira saída pós-gravidez de Williams foi para apresentar o prêmio de Glamour Awards de Hadid. Gigi se definiu profissionalmente no meio de modelos, mas também tem habilidades atléticas: uma atleta hardcore do ensino médio, a paixão de Hadid pelo esporte impulsiona sua rítmica e impressionante ética de trabalho. Ela é uma força a ser reconhecida, agora mais do que nunca.

SW: Nós nos conhecemos há muito tempo. O que você lembra sobre como nos conhecemos?

GH: Quando eu corro em minha memória, eu me lembro de momentos muito divertidos desde o início da nossa amizade, mas eu não me lembro como nos conhecemos … já faz muito tempo! Mas eu via você jogando com todo o mundo e sempre nos divertimos muito juntas.

SW: Como você acha que cresceu e amadureceu nos últimos anos?

GH: Eu acho que aprendi muito sobre mim mesmo, e todo dia eu aprendo mais sobre como navegar nesta vida. Não há manual para estar nos olhos do público, então muito do aprendizado sobre quais são suas necessidades pessoais, em um modo de vida tão bizarro, é através de tentativa e erro. Eu acho que é bom ter compaixão por você também, o que é difícil porque eu sou perfeccionista. Mas tenho paciência pelo ritmo da vida e tomo os baixos com os altos. Me sinto com sorte de sentir, que eu tenho pensado muito sobre. Eu gosto de aprender durante todas as partes da montanha-russa.

SW: Você tem uma lembrança favorita de nós juntas?

GH: Eu adoro ver você vencer. Eu acho que toda mulher sente que ganha quando assiste você tocar, ou pelo menos é como eu me sinto. Uma das melhores noites que tivemos foi em Nova York depois que você ganhou o U.S. Open um ano, se bem me lembro … não vou entrar em muitos detalhes! [Risos]

SW: Nós dois temos um relacionamento próximo com nossas irmãs. Como se sente ao ter uma irmã de sucesso no mesmo campo? O que é essa dinâmica para você?

GH: Eu absolutamente amo isso. É muito raro ter o que Bella e eu temos na moda, o que você e Vênus têm no tênis. Eu me sinto muito sortuda por poder ter um pedaço de casa no meu ambiente de trabalho. Somos as maiores fãs uma da outra. Foi uma enorme alegria da minha vida ver minha irmãzinha florescer e ajudar quando posso!

SW: Que conselho você deu a Bella quando ela começou?

GH: Eu, pessoalmente, realmente amei o desafio de aprender muito sobre as cordas da moda quando comecei a trabalhar em Nova York, então eu não queria tirar essa experiência de Bella quando ela começasse. Eu sempre estive lá sempre que ela tinha uma pergunta sobre um cliente ou situação específica, mas eu tentei não ser muito protetora, o que vem naturalmente para mim com ela. Estamos sempre em FaceTiming para manter a companhia uma da outra durante as viagens de trabalho.

SW: Você estava falando sério sobre o vôlei e foi para a seletiva da Olimpíada Júnior no colegial. Você já pensou em como seria sua vida agora se tivesse seguido esse caminho?

GH: Eu penso nisso o tempo todo, mas eu sou muito grata pelo tempo que passei jogando no ensino médio e ainda uso tantas ferramentas que aprendi como atleta em minha vida profissional hoje. A ética de trabalho, a dedicação e a motivação que você desenvolve como atleta são difíceis de se descontrair. Volto e surpreendo as equipes do meu antigo treinador nos treinos sempre que tenho uma chance. Eu adoro brincar com as crianças e sentir a energia inequívoca de uma equipe em uma quadra, mas elas me fazem sentir velha aos 23 anos! [Risos]

SW: Você e Bella também estavam falando sério sobre esportes equestres. O que você acha que seria agora se vocês duas tivessem seguido isso profissionalmente?

GH: Nós dois teríamos ficado muito felizes em seguir esse caminho também, mas acho que a moda abre muitas portas para experiências e oportunidades diferentes e únicas. Eu começo a trabalhar muito com cavalos e isso sempre faz o meu dia. Bella e eu recentemente pegamos cavalos de novo e montamos em nossa fazenda sempre que não estamos trabalhando. Ter isso como uma fuga é uma bênção. Eu adoraria competir novamente um dia quando tiver mais tempo!

SW: Competitividade é um aspecto tão importante do esporte. A competição ainda é um impulsionador do seu sucesso?

GH: É interessante porque acho que a maior parte da minha natureza competitiva vem da minha competição mental comigo mesmo. Sou competitiva com o meu melhor pessoal; Eu não vou parar, se eu sei que posso fazer melhor. No vôlei eu estava em um time, e levei essa responsabilidade muito a sério, assim como sinto sobre o meu relacionamento com um cavalo em que eu competir. Eu quero ser a melhor, mas é sobre saber que trabalhei duro para aperfeiçoar algo mais do que sobre bater em outra pessoa. Isso vale para vôlei, cavalgadas e modelagem.

SW: Sobre o que você e Bella são realmente competitivas, pessoalmente ou profissionalmente?

GH: Eu diria que, de tudo, Bella e eu somos as menos competitivas sobre nossas carreiras. Somos mais competitivas na culinária festiva.

SW: Eu li que você ama programa criminal. Qual é o seu programa favorito e por quê?

GH: Eu assisti praticamente todos os programas de crime e filmes. Eu amo Elementary porque acho a condição humana e os relacionamentos tão interessantes quanto os próprios crimes. Eu acho que é por isso que eu estudei psicologia criminal na faculdade, em vez de forense, que é o que eu originalmente queria estudar quando criança. Eu também adoro documentários, é isso que eu geralmente assisto, tanto o criminal quanto os outros. Eu gosto de pensar que eu posso recomendar alguém um documentário que ela adoraria.

SW: O que mais motiva você a ser destemida e ambiciosa?

GH: Eu me sinto muito abençoada em fazer o que faço e estar onde estou. Eu acho que muito do que é significativo hoje em dia requer muita coragem. Às vezes, é assustador falar o que pensa sobre o clima da mídia atual, mas as crianças que fazem isso sem medo me dão coragem para fazer o que parece certo em meu coração. O amor e apoio que recebo dos fãs me motiva todos os dias para continuar melhorando e falando pelo que eu acredito.

SW: Eu te apresentei um prêmio, Glamour Women of the Year, em novembro. Como foi aquela experiência?

GH: Foi uma grande honra ser incluída, e realmente afundou e tornou-se emocional para mim quando eu ouvi todas as mulheres falando naquela noite. Eu estava muito nervosa para dar meu discurso, e eu quase não conseguia falar porque eu realmente me sentia honrada e tocada. Além disso, você voou para apresentar o meu prêmio logo após dar à luz a Olympia! Eu me senti tão sortuda e grata.

SW: Como você se sente sobre todas as moças que se espelham em você?

GH: Eu tenho muito amor por elas e sempre quero que elas saibam que eu não sou perfeita. Eu estou imaginando a vida todos os dias como elas. Espero inspirá-las a encontrar tudo o que elas são apaixonados e não deixar ninguém dizer que elas devem se sentir definidos por algo singular.

SW: Como você espera que seu trabalho possa impactar ou afetar o mundo?

GH: Eu estou realmente orgulha das dezenas de escolas que serão construídas em Gana, Guatemala e Laos através de minhas colaborações de Stuart Weitzman com o Pencils of Promise. Fico muito feliz em pensar que as escolas darão a muitas gerações de crianças a oportunidade de obter a educação que merecem. Quero continuar me conectando com organizações que cercam os problemas mundiais pelos quais tenho paixão e usar minha plataforma e tempo para retribuir o máximo possível. Além de qualquer trabalho de caridade tangível, espero sempre divulgar a mensagem de compaixão, para si e para os outros. Você não precisa acordar sentindo-se 100% todo dia, mas encontrando algo que o inspire diariamente, seja algo pequeno e criativo ou grande e filantrópico, é importante deixar sua luz brilhar por si mesma e, portanto, mundo. Aprender com os outros, desafiar-me para aperfeiçoar novos negócios, me informar sobre o que me apaixona e ajudar os outros me deu muita alegria, e espero inspirar outros a abraçar tudo o que a vida tem a oferecer.


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Tradução & Adaptação: Gigi Hadid Brasil

Gigi Hadid estampa a capa da Vogue Britânica com sua irmã Bella.  Com o tema “O poder das Hadids” a capa de março de 2018 foi fotografada Steven Meisel e com stylist de Joe McKenna e é a primeira capa dupla das irmãs na carreira.


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O Giles Hattersley da Vogue foi atrás da câmera no centro das atenções e era realmente como: Ela é uma das únicas pessoas no qual eu vou ficar agressiva, disse Gigi sobre proteger Bella desde jovem. Ela me deixa tão orgulhosa. Eu faria qualquer coisa por ela.

E, naturalmente, surgiu a posição das modelos nas mídias sociais: Eu acho que seria normal publicar seu namorado, disse Gigi falando de seu relacionamento com Zayn Malik. Os comentários são: “É demais, é falso”. “Oh, eles são falsos, eles não estão juntos.” Estou tentando fazê-lo com integridade“.