Bem-vindos ao seu fã-site oficial da modelo Gigi Hadid no Brasil
Instagram Twitter Youtube

Gigi Hadid está estampando a edição dupla de Maio/Junho da Vogue Paris, sua irmã mais nova Bella Hadid está estampando a segunda capa, que está cheia de cores e pontos de vista do verão americano que está chegando! Hadid posou para lentes da fotografada Inez & Vinoodh usando um vestido dourado cheio de franjas da grife Dolce Gabbana, com uma maquiagem colorida de extravagante com seus olhos adornados por uma sombra roxa e sua bochecha bem marcada pelo blush laranja escuro.

Em outra foto, de rosto, a modelo está com uma sombra verde água e com adesivos colados de estrelas prata com o mesmo blush e batom rosinha. Hadid também estava usando várias jóias grandes, douradas e coloridas. Além de um photoshoot incrível Gigi concedeu uma entrevista que foi feita em Outubro do ano passado por telefone enquanto ela estava descansando do Fashion Week que tinha passado na fazenda da família. Ela falou sobre sua relação com seu trabalho, o ritmo agitado da Semana de Moda e se ela pretende continuar por mais tempo na carreira da modelagem. Confira a entrevista completa e traduzida abaixo: 

Gigi, 24, é a loira e a mais velha, dezoito meses a separam de Bella. Ela nasceu Jelena Noura, mas a curta e animada “Gigi” combina com ela. Porque ela tem um temperamento. Tivemos uma prova notável disso em outubro passado, quando ela expulsou a humorista Marie S’Infiltre do desfile de moda da Chanel: como patrona, o que ela é de fato entre os modelos atuais, consultora de campanhas publicitárias, capas de revistas, desfiles, seguidores (52 milhões). Isso também pode ser visto em suas palavras: Gigi se conhece bem, sabe o que quer e antecipa. Amigável, mas firme. Isso foi confirmado por uma entrevista por telefone, da fazenda da família perto de Nova York, onde ela recebe suprimentos regulares.

Você passou ao Fashion Week de Nova York, Milão, Paris, sem mencionar seus outros compromissos. Como você gerencia esse ritmo?

“Eu tenho uma equipe ao meu redor que é muito cuidadosa para manter meu ritmo equilibrado. O que quer seja capaz de recarregar as baterias, e faço isso vendo minha família, meus amigos, cozinhando. Adoro cozinhar desde muito pequena, em minha família alguns se destacam por lá, em especial ao lado de meu pai. Gosto de assistir, provar, experimentar coisas, me acalma, me concentra. Tenho alguns pratos que preparo regularmente, mas venho fazendo e fazendo a mesma coisa novamente, não acho muito estimulante. O que eu particularmente gosto é de cozinhar para amigos que pousam no local. Pergunto o que eles gostam de comer e improviso. É importante”.

Primeira campanha publicitária aos 2 anos de idade, carreira iniciada aos 17 anos e agora uma posição de liderança em seu campo. Que relação você tem com o seu trabalho? Você ainda é tão apaixonada por isso?

“Sim! Deve-se dizer que meu relacionamento com essa profissão evoluiu muito nesse meio tempo. Estes são todos os capítulos vinculados, e eu aprendi a cada passo. O que percebi ao longo do tempo é que é a parte criativa dessa indústria que me interessa e determina como posso contribuir e influenciá-la. Nos últimos tempos, por exemplo, comecei a fotografar nos bastidores regularmente, com uma câmera descartável, é uma maneira de me expressar. Para mim, essa é a chave para se manter apaixonado: dar-se tempo para crescer e ter a oportunidade de evoluir”.

Você sempre quis ser modelo?

“Quando criança, não estava acostumada a usar roupas de grife, não as tinha e aquelas que minha mãe possuía, compradas há décadas, estavam em seu armário. Então, eu não sabia muito sobre moda em si. Por outro lado, desde muito cedo gostei de fotografia de moda, a maneira pela qual certos modelos criam a imagem, e sempre observei isso de perto. Isso é algo que as pessoas tendem a subestimar: não se trata apenas de ficar na frente de uma câmera, mas de entender o fotógrafo, a encenação, as roupas e como tudo funciona juntos e, em seguida, poder participar sabiamente. Além disso, na verdade, as roupas não importam para o manequim. É algo que minha mãe sempre me disse: “Seu trabalho não é rapidamente a intenção do criador, a inspiração de uma coleção, ser capaz de olhar para uma peça e entendê-la como um objeto de criação. Então você saberá por que é necessário fotografá-lo com esse ou aquele ângulo, em movimento ou não, etc.” E se você gosta de roupas ou não. Você deve entender esse processo de criação, que sempre me fascinou”.

Você já pensa em continuar (na carreira de modelo)?

“Sim, porque se alguns modelos querem ficar o maior tempo possível, acho que posso viver ainda mais capítulos. Ainda dentro deste setor, mas de outra forma. Ainda não sei de que lado será: criação de roupas, fotografia, direção artística, estou aberta a muitas opções. Até então, continuo aprendendo com os diferentes mentores que posso conhecer. Tenho certeza de que o que tem que acontecer acontecerá, então só estou tentando estar pronta para aproveitar o maior número possível de possibilidades”.

Por que parou de estudar psicologia criminal em algum momento?

“Desde a infância, o crime e seu funcionamento me interessaram. Eu me vi sendo médica legista e entendi que era a psicologia dos criminosos que me atraía. Daí esses estudos que comecei em Nova York, sabendo que minha mãe sempre me dizia para não colocar todos os meus ovos na mesma cesta e, portanto, proteger minhas costas caso não funcionasse. Quando minha carreira decolou rapidamente, desisti, mas continuo interessada, assisto documentários sobre casos criminais, leio livros sobre o assunto. De qualquer forma, a psicologia humana em geral me fascina e ter as chaves, saber decodificar as pessoas, é útil em tudo o que você faz. Como modelo, por exemplo, você precisa se adaptar a uma nova situação todos os dias, há quinze pessoas cada vez que precisa satisfazer para que, no final do dia, todos nos reunamos produzamos algo consistente”.

1939433431_gig100520BZNimage102_eb4ec0806e9a325e14b995ede93efd56.jpg50240091_gig100520BZNimage103_f9d55a80765df7d5987fce9be4caf6ff.jpgVLM_ISO39L30_SH20011_PVO_21F_IV_FOGRA_TAC_300.jpgVLM_ISO39L30_SH20011_PVO_14B_01_IV_FOGRA_TAC_300-1_28129.jpg

Tradução & adaptação: Equipe Gigi Hadid Brasil

A primeira capa de Gigi Hadid em 2020 foi divulgada: a modelo estrela a edição de fevereiro da Vogue Rússia, sendo esta a primeira vez em que ela aparece como cover star da versão russa da revista. Hadid fotografou um ensaio fotográfico exclusivo para a revista em um fundo branco e com seus cabelos totalmente naturais para as lentes da fotógrafa Zoey Grossman.

IMG_8778-scaled.jpgIMG_8777-scaled.jpgIMG_8778-scaled.jpgIMG_8777-scaled.jpg

Gigi Hadid brilhou usando um vestido preto de lantejoulas da coleção Resort 2020 da Michael Kors na capa da Vogue Alemanha na edição de Novembro usando em seus lábios batom vermelho vivo a modelo posou para as lentes do famoso Giampaolo Sgura em em sua maioria em um fundo cinza e preto. Em um photoshoot minimalista Hadid usou roupas da coleção Kors como camisa pólo, calça de alfaiataria, saia xadrez e sobretudo.

Vogue_Germany_November_2019_2.jpgVogue_Germany_November_2019_4.jpgVogue_Germany_November_2019_6.jpgVogue_Germany_November_2019_7.jpgVogue_Germany_November_2019_8.jpg

Nos surpreendendo grandemente no mês de setembro Gigi Hadid foi capa da Vogue Brasil pela terceira vez, e pela segunda vez consecutiva. A modelo posou para lentes de Luigi & Lango em um fundo branco neutro usando roupas da grife Chanel em dois editoriais que tiveram inspiração em dois grandes nomes da cena pop: Madonna e Kurt Cobain

640acb1313268558.jpg311d7c1313268600.jpg6a41351313268652.jpg8~0.jpeg7~0.jpeg

Gigi Hadid lança um olhar feroz na capa capa da edição nº 22, de setembro, da LOVE Magazine . Fotografada pelas lentes de Willy Vanderperre , ela usa conjuntos de inspiração retrô de um vestido azul bebê no estilo boneca e seus cabelos foram presos por uma fita vermelha e enrolados estampando a capa e no restante do photoshoot segue o mesmo estilo nostálgico criado por Katie Grand.

PSX_20190806_155550.jpgAAC472894.jpgGigi1_1.jpggigi2_3.jpg56y43e.jpg

A Vogue Itália traz em sua edição de Julho o tema DNA, que tem como proposta apresentar conteúdos sobre identidade, herança e origens familiares no mundo de culturas tão diversas que vivemos hoje. Para isso, a revista italiana convocou Gigi Hadid, Imaan Hammam e Karen Elson para estrelar nas três diferentes capas do editorial do mês. Gigi foi fotografada por Alasdair McLellan, já Imaan e Karen foram clicadas pelas lentes de Theon Sion e Harley Weir, respectivamente.

loading loading loading

Quanto a escolha do tema, a editora chefe Emanuele Farneti afirma que “tanto para Vogue Itália quanto para as marcas da moda, é importante questionar onde está nosso código genético: a resposta está na criatividade, sem compromissos.”

Durante o processo de criação editorial, Hadid realizou um teste de DNA que relevou que a modelo americana possui 21.5% de genes italianos. Com isso, Gigi ainda destaca que seu nome, Jelena, foi inspirado em uma garota italiana que sua mãe conheceu em Capri enquanto estava grávida. Além disso, a modelo possui também origens palestina, herdada de seu pai Mohamed Hadid, assim como holandesa, esta por sua mãe Yolanda Hadid. “Ser árabe e europeia me faz ser mente aberta, me incentivando amar qualquer formação cultural. Abraçar nossas próprias origens nós faz mais tridimensional e seres humanos completos,” disse a americana à revista.

Confira a entrevista completa:

Vogue Itália: Seu nome real é Jelena. Alguém ainda te chama assim?
Gigi Hadid: Minha irmã mais velha e meus pais. Quando eu era pequena, isso acontecia principalmente quando eu fazia alguma besteira.

VI: Qual a origem [do nome]?
GH: Meu Deus, que coincidência, eu tava pensando nisso agora. Tudo começou na Itália: minha mãe estava em Capri, grávida de mim. Em uma praça da aldeia ela viu uma menina linda, a mais linda que ela já tinha visto, ela perguntou seu nome e ela respondeu: ‘Meu nome é Jelena’. Ela sempre me contou dessa forma, com a frase em italiano. Eu me arrepio pensando nisso.

VI: Descobrir suas origens muda o seu senso de vida?
GH: Eu não falaria sobre mudança, mas sim uma afirmação. Toda vez que eu venho pra Itália, eu sinto uma conexão com o jeito que as pessoas se sentem e se comportam. Tudo parece familiar, guardado dentro de mim.

VI: Você achou isso louco?
GH: Eu estava conversando com meu agente quando eu li os resultados, que a Itália tem um papel importante no meu destino. Milão é a cidade que eu desfilo mais vezes, e as marcas italianas são as que mais acreditam e investem em mim. E também tem o meu corpo, que foi aceito pela primeira vez pelo que é.

VI: O que foi difícil de aceitar?
GH: Eu tinha um corpo atlético e forte. Quando eu era mais nova, eu jogava vôlei, e cavalgar a cavalo sempre foi parte da minha vida, meus músculos sempre foram razão de orgulho. No entanto, olhando em volta eu notei que outras modelos não tinham essa aparência. Entretanto, na Itália, eu sempre senti uma grande abertura em relação a minha estética, em todas as mudanças, conforme eu lentamente crescia me tornava uma mulher. A primeira a me dar segurança e conformo ao me olhar no espelho foi Donatella Versace, ‘essa é sua força Gigi’, ela dizia ‘nunca mude’.

VI: Você já sentiu como se algo misterioso e desconhecido estivesse correndo em suas veias?
GH: Meu sonho de infância era me tornar detetive, e essa minha postura se manteve: Eu observo, escuto e absorvo tudo, procurando por verdades mais profundas. Eu constantemente converso comigo mesma, e esse é um lado meu que eu acho que nem todo mundo entende completamente. Eu que os italianos tem uma característica semelhante: o gosto por coisas profundas, misturado com uma atitude positiva sobre a vida.

VI: Quais outras características suas que você sente que são conectadas à Itália?
GH: Uma forma peculiar de entusiasmo, equilibrado com sinceridade e franqueza.

VI: Você acha que bem e mal são genéticos ou isso depende da história de cada um?
GH: Esse é um debate antigo na psicologia, o que define as pessoas, a natureza delas ou sua cultura? Eu acho que ambos influenciam, mas em proporções diferentes. O que você vivência, o ambiente em que cresce, estes são fatores cruciais.

VI: Você gosta de ter o cabelo loiro?
GH: Sim, eles refletem minhas origens holandesa, e eles combinam bem com a grande porcentagem de genes alemães que meu teste de DNA revelou. Eu sou mais de 15% norte européia!

VI: Quando você se olha no espelho, você acha que seu Eu interior se parece com o exterior?
GH: Completamente. Eu também gosto de brincar com isso: quando eu vou para um evento de gala usando um vestido da Versace, eu deixo um outro lado meu se mostrar, já quando eu estou usando jeans e jaqueta de couro, eu deixo o meu lado moleque falar.

VI: Quem você seria hoje se tivesse crescido na Palestina?
GH: Eu seria exatamente a mesma pessoa, por conta da educação que meus pais me deram. Minhas maiores fontes de inspiração são a natureza, criatividade e arte, e eu teria seguido esse caminho lá também.

VI: Você já presenteou alguém com um kit de teste de DNA?
GH: No final de todo ano eu gosto de dar presentes para as pessoas que trabalharam comigo, e eu sempre tento achar algo interessante, que poderia fazer nossa relação sair do campo profissional e criar uma conversa interessante. Eu percebi que esses testes geram sentimentos profundos, então a resposta é sim, da última vez eu dei mais de oito destes [testes de DNA].

VI: E alguém descobriu algum fato louco sobre eles?
GH: Assim que ela recebeu o pacote, uma importante diretora de casting me ligou, contando que ela era adotada e não sabia nada sobre seu passado, nem mesmo o país que ela nasceu. Em respeito a ela, eu prefiro não falar sobre o que ela descobriu, mas essa conversa permitiu que nos aproximássemos e conversássemos sobre experiencias mais intimas, e isso não tinha acontecido antes.

VI: Por que é tão importante procurar suas raízes em uma sociedade multirracial como a americana, onde a diversidade vem sendo sedimentada há séculos?
GH: Pois, no final das contas, mesmo que as tempestades da vida nos dividam, todos nós queremos saber como estamos interligados, todos queremos reconhecer o sentimento de irmandade que talvez tentemos rejeitar, mas que intimamente sentimos correndo em nossas veias. Meu pai é árabe, mas meu teste mostrou que minhas origens asiáticas ocidentais são mais fortes que minhas árabes, por exemplo. São 15% contra 7%, e eu pensei que fosse metade de mim [as origens árabes]. Isso nos ajuda a não basear nossas vidas em considerações do acaso. Isso nos ajuda a celebrar a diversidade, mas também nos mantem juntos ao mesmo tempo.

VI: Você gostaria de ter crianças?
GH: Sim.

VI: Como você os imagina? Você pode descrever?
GH: Eu não me importo com a aparência deles. Mas eu gostaria que fossem criados do jeito que minha mãe me criou, com a chance de nutrir o espirito deles. E eu gostaria que eles fossem uma ponte, como eu era.

 1413177496_gig040719BZNimage7_c87878927786e2a087f49233f017af30.jpg 1951929530_gig040719BZNimage6_fb368e883ee80a6895f7c0aad5a0a182.jpg 1885211467_gig040719BZNimage5_f70aae3abd4efbd275cb5fd0c2775d0c.jpg 1846468062_gig040719BZNimage14_c339590b3c48e439811c99931ec01d9b.jpg 237431613_gig040719BZNimage11_52eecb33bb13b632b8102dc84decaa3b.jpg

Gigi Hadid apareceu pela primeira vez na capa da Vogue Mexico, que é vendida nos Estados Unidos e América Latina como “Vogue América Latina“. A revista tem como costume fazer apenas uma capa e uma história para ambas mas dessa vez não ocorreu como de costume. Gigi Hadid que já havia mencionado sobre isso em seu Twitter, decidiu junto com a equipe fazer sessões de fotos diferentes para as duas edições.

A modelo estampa a capa da edição de Junho da revista! Em um cenário fiel a sua essência, a modelo foi fotografada por Giampaolo Sgura no estilo cowboy em uma viagem a sua infância, mergulha no ambiente colonial da cidade de Valladolid, Yucatán, México. Com um enorme aplique em seis cabelos, feito por Franco Gobbi, a modelo aparece com botas, fivelas e chapéus e revive essa tendência country da cidade colonial.

Gigi_Hadid_1.jpgGigi_Hadid_2.jpgGigi_Hadid_3.jpgGigi_Hadid_4.jpgGigi_Hadid_7.jpg

Sendo sua primeira vez para Vogue Mexico, Gigi Hadid estampa duas capas da edição de Junho da revista! Em um cenário praiano no resort de luxo, Rosewood Mayakoba, em Playa del Carmen, no México, a modelo usou biquínis sexy, vestidos e uma franja mais cheinha e com o comprimento na altura dos olhos que seguia uma vibe mais despojada homenageando a icônica atriz e modelo francesa, Brigitte Bardot, feita pelo profissional cabeleiro Franco Gobbi, Hadid brilhou sob as lentes do fotografo Giampaolo Sgura.

Gigi_Hadid_Vogue_Playa_del_Carmen_Portada_Mexico_junio_2019.jpgGigi_Hadid_Vogue_Playa_del_Carmen_Portada_Mexico_2_junio_2019_.jpg

1~592.jpg2~594.jpg3~557.jpg4~532.jpg5~513.jpg