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Gigi Hadid lança um olhar feroz na capa capa da edição nº 22, de setembro, da LOVE Magazine . Fotografada pelas lentes de Willy Vanderperre , ela usa conjuntos de inspiração retrô de um vestido azul bebê no estilo boneca e seus cabelos foram presos por uma fita vermelha e enrolados estampando a capa e no restante do photoshoot segue o mesmo estilo nostálgico criado por Katie Grand.

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A Vogue Itália traz em sua edição de Julho o tema DNA, que tem como proposta apresentar conteúdos sobre identidade, herança e origens familiares no mundo de culturas tão diversas que vivemos hoje. Para isso, a revista italiana convocou Gigi Hadid, Imaan Hammam e Karen Elson para estrelar nas três diferentes capas do editorial do mês. Gigi foi fotografada por Alasdair McLellan, já Imaan e Karen foram clicadas pelas lentes de Theon Sion e Harley Weir, respectivamente.

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Quanto a escolha do tema, a editora chefe Emanuele Farneti afirma que “tanto para Vogue Itália quanto para as marcas da moda, é importante questionar onde está nosso código genético: a resposta está na criatividade, sem compromissos.”

Durante o processo de criação editorial, Hadid realizou um teste de DNA que relevou que a modelo americana possui 21.5% de genes italianos. Com isso, Gigi ainda destaca que seu nome, Jelena, foi inspirado em uma garota italiana que sua mãe conheceu em Capri enquanto estava grávida. Além disso, a modelo possui também origens palestina, herdada de seu pai Mohamed Hadid, assim como holandesa, esta por sua mãe Yolanda Hadid. “Ser árabe e europeia me faz ser mente aberta, me incentivando amar qualquer formação cultural. Abraçar nossas próprias origens nós faz mais tridimensional e seres humanos completos,” disse a americana à revista.

Confira a entrevista completa:

Vogue Itália: Seu nome real é Jelena. Alguém ainda te chama assim?
Gigi Hadid: Minha irmã mais velha e meus pais. Quando eu era pequena, isso acontecia principalmente quando eu fazia alguma besteira.

VI: Qual a origem [do nome]?
GH: Meu Deus, que coincidência, eu tava pensando nisso agora. Tudo começou na Itália: minha mãe estava em Capri, grávida de mim. Em uma praça da aldeia ela viu uma menina linda, a mais linda que ela já tinha visto, ela perguntou seu nome e ela respondeu: ‘Meu nome é Jelena’. Ela sempre me contou dessa forma, com a frase em italiano. Eu me arrepio pensando nisso.

VI: Descobrir suas origens muda o seu senso de vida?
GH: Eu não falaria sobre mudança, mas sim uma afirmação. Toda vez que eu venho pra Itália, eu sinto uma conexão com o jeito que as pessoas se sentem e se comportam. Tudo parece familiar, guardado dentro de mim.

VI: Você achou isso louco?
GH: Eu estava conversando com meu agente quando eu li os resultados, que a Itália tem um papel importante no meu destino. Milão é a cidade que eu desfilo mais vezes, e as marcas italianas são as que mais acreditam e investem em mim. E também tem o meu corpo, que foi aceito pela primeira vez pelo que é.

VI: O que foi difícil de aceitar?
GH: Eu tinha um corpo atlético e forte. Quando eu era mais nova, eu jogava vôlei, e cavalgar a cavalo sempre foi parte da minha vida, meus músculos sempre foram razão de orgulho. No entanto, olhando em volta eu notei que outras modelos não tinham essa aparência. Entretanto, na Itália, eu sempre senti uma grande abertura em relação a minha estética, em todas as mudanças, conforme eu lentamente crescia me tornava uma mulher. A primeira a me dar segurança e conformo ao me olhar no espelho foi Donatella Versace, ‘essa é sua força Gigi’, ela dizia ‘nunca mude’.

VI: Você já sentiu como se algo misterioso e desconhecido estivesse correndo em suas veias?
GH: Meu sonho de infância era me tornar detetive, e essa minha postura se manteve: Eu observo, escuto e absorvo tudo, procurando por verdades mais profundas. Eu constantemente converso comigo mesma, e esse é um lado meu que eu acho que nem todo mundo entende completamente. Eu que os italianos tem uma característica semelhante: o gosto por coisas profundas, misturado com uma atitude positiva sobre a vida.

VI: Quais outras características suas que você sente que são conectadas à Itália?
GH: Uma forma peculiar de entusiasmo, equilibrado com sinceridade e franqueza.

VI: Você acha que bem e mal são genéticos ou isso depende da história de cada um?
GH: Esse é um debate antigo na psicologia, o que define as pessoas, a natureza delas ou sua cultura? Eu acho que ambos influenciam, mas em proporções diferentes. O que você vivência, o ambiente em que cresce, estes são fatores cruciais.

VI: Você gosta de ter o cabelo loiro?
GH: Sim, eles refletem minhas origens holandesa, e eles combinam bem com a grande porcentagem de genes alemães que meu teste de DNA revelou. Eu sou mais de 15% norte européia!

VI: Quando você se olha no espelho, você acha que seu Eu interior se parece com o exterior?
GH: Completamente. Eu também gosto de brincar com isso: quando eu vou para um evento de gala usando um vestido da Versace, eu deixo um outro lado meu se mostrar, já quando eu estou usando jeans e jaqueta de couro, eu deixo o meu lado moleque falar.

VI: Quem você seria hoje se tivesse crescido na Palestina?
GH: Eu seria exatamente a mesma pessoa, por conta da educação que meus pais me deram. Minhas maiores fontes de inspiração são a natureza, criatividade e arte, e eu teria seguido esse caminho lá também.

VI: Você já presenteou alguém com um kit de teste de DNA?
GH: No final de todo ano eu gosto de dar presentes para as pessoas que trabalharam comigo, e eu sempre tento achar algo interessante, que poderia fazer nossa relação sair do campo profissional e criar uma conversa interessante. Eu percebi que esses testes geram sentimentos profundos, então a resposta é sim, da última vez eu dei mais de oito destes [testes de DNA].

VI: E alguém descobriu algum fato louco sobre eles?
GH: Assim que ela recebeu o pacote, uma importante diretora de casting me ligou, contando que ela era adotada e não sabia nada sobre seu passado, nem mesmo o país que ela nasceu. Em respeito a ela, eu prefiro não falar sobre o que ela descobriu, mas essa conversa permitiu que nos aproximássemos e conversássemos sobre experiencias mais intimas, e isso não tinha acontecido antes.

VI: Por que é tão importante procurar suas raízes em uma sociedade multirracial como a americana, onde a diversidade vem sendo sedimentada há séculos?
GH: Pois, no final das contas, mesmo que as tempestades da vida nos dividam, todos nós queremos saber como estamos interligados, todos queremos reconhecer o sentimento de irmandade que talvez tentemos rejeitar, mas que intimamente sentimos correndo em nossas veias. Meu pai é árabe, mas meu teste mostrou que minhas origens asiáticas ocidentais são mais fortes que minhas árabes, por exemplo. São 15% contra 7%, e eu pensei que fosse metade de mim [as origens árabes]. Isso nos ajuda a não basear nossas vidas em considerações do acaso. Isso nos ajuda a celebrar a diversidade, mas também nos mantem juntos ao mesmo tempo.

VI: Você gostaria de ter crianças?
GH: Sim.

VI: Como você os imagina? Você pode descrever?
GH: Eu não me importo com a aparência deles. Mas eu gostaria que fossem criados do jeito que minha mãe me criou, com a chance de nutrir o espirito deles. E eu gostaria que eles fossem uma ponte, como eu era.

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Gigi Hadid apareceu pela primeira vez na capa da Vogue Mexico, que é vendida nos Estados Unidos e América Latina como “Vogue América Latina“. A revista tem como costume fazer apenas uma capa e uma história para ambas mas dessa vez não ocorreu como de costume. Gigi Hadid que já havia mencionado sobre isso em seu Twitter, decidiu junto com a equipe fazer sessões de fotos diferentes para as duas edições.

A modelo estampa a capa da edição de Junho da revista! Em um cenário fiel a sua essência, a modelo foi fotografada por Giampaolo Sgura no estilo cowboy em uma viagem a sua infância, mergulha no ambiente colonial da cidade de Valladolid, Yucatán, México. Com um enorme aplique em seis cabelos, feito por Franco Gobbi, a modelo aparece com botas, fivelas e chapéus e revive essa tendência country da cidade colonial.

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Sendo sua primeira vez para Vogue Mexico, Gigi Hadid estampa duas capas da edição de Junho da revista! Em um cenário praiano no resort de luxo, Rosewood Mayakoba, em Playa del Carmen, no México, a modelo usou biquínis sexy, vestidos e uma franja mais cheinha e com o comprimento na altura dos olhos que seguia uma vibe mais despojada homenageando a icônica atriz e modelo francesa, Brigitte Bardot, feita pelo profissional cabeleiro Franco Gobbi, Hadid brilhou sob as lentes do fotografo Giampaolo Sgura.

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Gigi Hadid, excepcionalmente, convidou Helena Christensen e Vogue Checoslováquia para sua fazenda em Nova York, onde mora com sua família. Para capturar a atmosfera íntima e sonhadora do lugar, Christensen combinou fotografia digital com polaroids vencidas. Com vibrações da natureza a modelo posa em três capas diferentes, na primeira ela está usando um look completo marrom com um chapéu Tonak. Para a segunda ela está usando uma jaqueta laranja da grife Bottega Veneta carregando um buquê de flores colorido. Para segunda capa, que foi uma edição limitada com somente 200 cópias, foi inspirado em uma polaroid. 
“Estou muito feliz que, graças à amizade de Eva Herzig, Helena Christensen e Gigi Hadid, eu pude ver Gigi em seu lugar secreto, onde ela ainda não viu nenhum jornalista ou fotógrafo. Nós tentamos tirar uma foto de Hadid como ninguém a conhece. Com seus cavalos, em um lugar que ela ama”, diz Andrea Běhounková, editora-chefe da Vogue CS.  “Eu queria que ela fosse o máximo possível ela mesmo em sua fazenda entre cavalos, cercada pela natureza. Gigi encontra não apenas inspiração, mas acima de tudo paz e segurança neste ambiente. Eu queria capturar sua essência, a garotinha que ainda permanece nela. O vento sopra nos cabelos e os olhos estão cheios de expectativas de que algo especial vai acontecer”, acrescenta Helena Christensen.
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Exalando poder Gigi Hadid estampa a segunda capa da Variety’s 2019 da edição especial “Power Of Women: New York”, que será o evento que a ela e mais quatro mulheres serão homenageadas por estarem envolvidas em causas filantrópicas. A modelo foi fotografada pelas lentes de Cliff Watts dentro de um estúdio vestindo roupas de uma verdadeira mulher de negócios e também pelas ruas novaiorquinas. Hadid que está sendo homenageada pela revista por sua viagem para Bangladesh no ano passado para conhecer mais de perto o trabalho da organização sem fins lucrativos, UNICEF, concedeu uma entrevista onde se abriu sobre está aventura, sua experiência, e muito mais. Confira a entrevista completa e traduzida abaixo:

Gigi Hadid viajou para Bangladesh no verão passado para se encontrar com mulheres e crianças refugiadas. Para ajudar a difundir a conscientização sobre sua situação, Hadid – uma das supermodelos mais bem pagas da indústria da moda – gravou um vídeo ao vivo do Instagram que ela compartilhou com seus mais de 40 milhões de seguidores. “Eu acho que a parte mais poderosa de conhecer os refugiados foi sua disposição e abertura para aprender como eles poderiam melhorar sua situação”, diz a jovem de 23 anos. “Eles queriam conversar. Eles queriam compartilhar suas histórias. Eles queriam que a educação e as ferramentas melhorassem suas vidas. ” 

A viagem de Hadid foi organizada pela UNICEF, a organização sem fins lucrativos fundada em 1946 que fornece assistência médica, nutrição e educação de emergência para crianças em mais de 190 países e territórios. De acordo com a organização, o UNICEF ajudou a salvar as vidas de 122 milhões de crianças entre 1990 e 2016. Em 2017, tratou 4 milhões de crianças severamente desnutridas e financiou 2,4 bilhões de vacinas para prevenir doenças que ameaçam a vida.

Depois que Hadid decidiu fazer parceria com a UNICEF, ela se encontrou com Caryl Stern, presidente e CEO da UNICEF USA. “Eu nunca estive uma área específica ou crise em mente”, diz Hadid. “Eu queria que o UNICEF me enviasse onde quer que precisassem.” 

Stern ficou impressionada com a disposição de Hadid em usar sua fama para iluminar os necessitados. “Eu acho que ela realmente tem o desejo de fazer algo para tornar nosso mundo melhor”, diz Stern. “Ela veio falando sobre o fato de que toda criança deveria ter uma infância. Ela havia feito o dever de casa e foi atraída pela UNICEF por causa de nosso histórico impecável”.

Hadid foi a Bangladesh no aniversário de um ano do povo Rohingya sendo forçado a deixar suas casas para evitar a perseguição religiosa pelo exército de Mianmar. Ela se sentou em um círculo com mulheres e crianças, ouvindo como eles se mantiveram a salvo da violência. E ela registrou suas observações no campo de refugiados de Jamtoli fazendo selfies, gerando cobertura da imprensa internacional a cada passo que dava.

Hadid sabia que a mídia social seria uma ferramenta importante para contar a história das pessoas resilientes que ela conheceu.“Dentro de um acampamento, eu não era ninguém”, diz Hadid. “Estava aqui para compartilhar um sorriso. Estava lá para compartilhar um momento com alguém. Quando eu saía e entrava em um carro, tudo o que eu queria era pegar tudo que eu gravei no meu cérebro e colocá-lo no meu celular para que eu pudesse levar essa informação para o mundo. Eu queria que as pessoas experimentassem comigo ”. 

Ela recentemente demonstrou seu lado ativista de outras maneiras. Em 2017, Hadid marchou com sua irmã mais nova, Bella Hadid, em Nova York, para mostrar sua oposição à proposta de proibição muçulmana das viagens de Donald Trump. Ela disse que era importante que ela participasse “por causa dos meus pais”.  Seu pai (desenvolvedor imobiliário Mohamed Hadid) e sua mãe (modelo Yolanda Hadid) imigraram para os Estados Unidos.

“Vi duas pessoas que vieram do nada e tiveram a oportunidade de vir a este país e ser ótimas”, diz Hadid. “Este país foi construído com imigrantes. É ótimo por causa dos imigrantes. Eu acho que a marcha foi tão especial para mim porque Nova York é um caldeirão de tantos mundos em um. Isso é o que a América deveria ser para mim. Deve ser um lugar compartilhado com quem quer explorar, aprender e crescer. ”

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Ao lado da super modelo chinesa Sun Fei Fei, e a outra solo, Gigi Hadid estampa duas capa de estréia da Vogue Hong Kong no mês de Março.  As modelos interpretaram a cultura chinesa e acidental de Hong Kong. Sob as lentes do fotografo Nick Knight em um cenário futurista, usando roupas da mais nova coleção da Chanel de Karl Lagerfeld. Cabelo por Martin Cullen, Makeup por Val Garland e Styling por Anya Ziourova. Infelizmente a capa solo de Hadid foi retirada da venda, um dia após ela ser postadas nas Redes Sociais da revista.

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Fotografada em Paris durante a Fashion Week, Gigi Hadid estampa a capa da edição de Março da Vogue Arabia, em comemoração aos 2 anos de lançamento da edição impressa da revista. O editor-chefe da Vogue Arabia, Manuel Arnaut disse: “Isso foi, claro, uma imensa honra quando o artista celebrado Peter Lindbergh concordou em fotografar a capa do nosso 2º aniversário, generosamente envolvendo toda a equipe no magico processo criativo dele. A cereja do bolo é nossa estrela da capa, Gigi Hadid. Apesar da estrela Palestina-Americana ser a mais requisitada modelo na moda, tendo posado para quase todos fotógrafos de primeira, essa também foi sua primeira vez trabalhando com Lindbergh”

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A modelo posou para as lentes do fotografo Peter Lindbergh, Style por Katie Trotter e Michael Philouze, maquiagem por Stéphane Morais e cabelo por Odile Gilbert at L’Atelier 68.

Gigi também concedeu uma entrevista exclusiva para a revista, confira completa aqui.