Bem-vindos ao seu fã-site oficial da modelo Gigi Hadid no Brasil
Instagram Twitter Youtube

A Vogue Itália traz em sua edição de Julho o tema DNA, que tem como proposta apresentar conteúdos sobre identidade, herança e origens familiares no mundo de culturas tão diversas que vivemos hoje. Para isso, a revista italiana convocou Gigi Hadid, Imaan Hammam e Karen Elson para estrelar nas três diferentes capas do editorial do mês. Gigi foi fotografada por Alasdair McLellan, já Imaan e Karen foram clicadas pelas lentes de Theon Sion e Harley Weir, respectivamente.

loading loading loading

Quanto a escolha do tema, a editora chefe Emanuele Farneti afirma que “tanto para Vogue Itália quanto para as marcas da moda, é importante questionar onde está nosso código genético: a resposta está na criatividade, sem compromissos.”

Durante o processo de criação editorial, Hadid realizou um teste de DNA que relevou que a modelo americana possui 21.5% de genes italianos. Com isso, Gigi ainda destaca que seu nome, Jelena, foi inspirado em uma garota italiana que sua mãe conheceu em Capri enquanto estava grávida. Além disso, a modelo possui também origens palestina, herdada de seu pai Mohamed Hadid, assim como holandesa, esta por sua mãe Yolanda Hadid. “Ser árabe e europeia me faz ser mente aberta, me incentivando amar qualquer formação cultural. Abraçar nossas próprias origens nós faz mais tridimensional e seres humanos completos,” disse a americana à revista.

Confira a entrevista completa:

Vogue Itália: Seu nome real é Jelena. Alguém ainda te chama assim?
Gigi Hadid: Minha irmã mais velha e meus pais. Quando eu era pequena, isso acontecia principalmente quando eu fazia alguma besteira.

VI: Qual a origem [do nome]?
GH: Meu Deus, que coincidência, eu tava pensando nisso agora. Tudo começou na Itália: minha mãe estava em Capri, grávida de mim. Em uma praça da aldeia ela viu uma menina linda, a mais linda que ela já tinha visto, ela perguntou seu nome e ela respondeu: ‘Meu nome é Jelena’. Ela sempre me contou dessa forma, com a frase em italiano. Eu me arrepio pensando nisso.

VI: Descobrir suas origens muda o seu senso de vida?
GH: Eu não falaria sobre mudança, mas sim uma afirmação. Toda vez que eu venho pra Itália, eu sinto uma conexão com o jeito que as pessoas se sentem e se comportam. Tudo parece familiar, guardado dentro de mim.

VI: Você achou isso louco?
GH: Eu estava conversando com meu agente quando eu li os resultados, que a Itália tem um papel importante no meu destino. Milão é a cidade que eu desfilo mais vezes, e as marcas italianas são as que mais acreditam e investem em mim. E também tem o meu corpo, que foi aceito pela primeira vez pelo que é.

VI: O que foi difícil de aceitar?
GH: Eu tinha um corpo atlético e forte. Quando eu era mais nova, eu jogava vôlei, e cavalgar a cavalo sempre foi parte da minha vida, meus músculos sempre foram razão de orgulho. No entanto, olhando em volta eu notei que outras modelos não tinham essa aparência. Entretanto, na Itália, eu sempre senti uma grande abertura em relação a minha estética, em todas as mudanças, conforme eu lentamente crescia me tornava uma mulher. A primeira a me dar segurança e conformo ao me olhar no espelho foi Donatella Versace, ‘essa é sua força Gigi’, ela dizia ‘nunca mude’.

VI: Você já sentiu como se algo misterioso e desconhecido estivesse correndo em suas veias?
GH: Meu sonho de infância era me tornar detetive, e essa minha postura se manteve: Eu observo, escuto e absorvo tudo, procurando por verdades mais profundas. Eu constantemente converso comigo mesma, e esse é um lado meu que eu acho que nem todo mundo entende completamente. Eu que os italianos tem uma característica semelhante: o gosto por coisas profundas, misturado com uma atitude positiva sobre a vida.

VI: Quais outras características suas que você sente que são conectadas à Itália?
GH: Uma forma peculiar de entusiasmo, equilibrado com sinceridade e franqueza.

VI: Você acha que bem e mal são genéticos ou isso depende da história de cada um?
GH: Esse é um debate antigo na psicologia, o que define as pessoas, a natureza delas ou sua cultura? Eu acho que ambos influenciam, mas em proporções diferentes. O que você vivência, o ambiente em que cresce, estes são fatores cruciais.

VI: Você gosta de ter o cabelo loiro?
GH: Sim, eles refletem minhas origens holandesa, e eles combinam bem com a grande porcentagem de genes alemães que meu teste de DNA revelou. Eu sou mais de 15% norte européia!

VI: Quando você se olha no espelho, você acha que seu Eu interior se parece com o exterior?
GH: Completamente. Eu também gosto de brincar com isso: quando eu vou para um evento de gala usando um vestido da Versace, eu deixo um outro lado meu se mostrar, já quando eu estou usando jeans e jaqueta de couro, eu deixo o meu lado moleque falar.

VI: Quem você seria hoje se tivesse crescido na Palestina?
GH: Eu seria exatamente a mesma pessoa, por conta da educação que meus pais me deram. Minhas maiores fontes de inspiração são a natureza, criatividade e arte, e eu teria seguido esse caminho lá também.

VI: Você já presenteou alguém com um kit de teste de DNA?
GH: No final de todo ano eu gosto de dar presentes para as pessoas que trabalharam comigo, e eu sempre tento achar algo interessante, que poderia fazer nossa relação sair do campo profissional e criar uma conversa interessante. Eu percebi que esses testes geram sentimentos profundos, então a resposta é sim, da última vez eu dei mais de oito destes [testes de DNA].

VI: E alguém descobriu algum fato louco sobre eles?
GH: Assim que ela recebeu o pacote, uma importante diretora de casting me ligou, contando que ela era adotada e não sabia nada sobre seu passado, nem mesmo o país que ela nasceu. Em respeito a ela, eu prefiro não falar sobre o que ela descobriu, mas essa conversa permitiu que nos aproximássemos e conversássemos sobre experiencias mais intimas, e isso não tinha acontecido antes.

VI: Por que é tão importante procurar suas raízes em uma sociedade multirracial como a americana, onde a diversidade vem sendo sedimentada há séculos?
GH: Pois, no final das contas, mesmo que as tempestades da vida nos dividam, todos nós queremos saber como estamos interligados, todos queremos reconhecer o sentimento de irmandade que talvez tentemos rejeitar, mas que intimamente sentimos correndo em nossas veias. Meu pai é árabe, mas meu teste mostrou que minhas origens asiáticas ocidentais são mais fortes que minhas árabes, por exemplo. São 15% contra 7%, e eu pensei que fosse metade de mim [as origens árabes]. Isso nos ajuda a não basear nossas vidas em considerações do acaso. Isso nos ajuda a celebrar a diversidade, mas também nos mantem juntos ao mesmo tempo.

VI: Você gostaria de ter crianças?
GH: Sim.

VI: Como você os imagina? Você pode descrever?
GH: Eu não me importo com a aparência deles. Mas eu gostaria que fossem criados do jeito que minha mãe me criou, com a chance de nutrir o espirito deles. E eu gostaria que eles fossem uma ponte, como eu era.

 1413177496_gig040719BZNimage7_c87878927786e2a087f49233f017af30.jpg 1951929530_gig040719BZNimage6_fb368e883ee80a6895f7c0aad5a0a182.jpg 1885211467_gig040719BZNimage5_f70aae3abd4efbd275cb5fd0c2775d0c.jpg 1846468062_gig040719BZNimage14_c339590b3c48e439811c99931ec01d9b.jpg 237431613_gig040719BZNimage11_52eecb33bb13b632b8102dc84decaa3b.jpg

Na sexta-feira, 21 de Junho, aconteceu o desfile de Primavera/Verão 2020 da Berluti no Jardim do Luxemburgo, um ponto turístico de Paris, que fica situado no 6ème arrandissimo. O parque virou uma enorme passarela ao ar livre e contou com looks de cores vivas, como, vermelho, azul, amarelo, verde, marrom e outros, em ternos com franjas, casacos longos e sapatos com acabamentos em couro. O Fashion Show teve a presença de vários artista na primeira fileira para conferir a coleção nova da marca, entre os convidados estava o cantor Rick Martin, o cantor Joe Jonas e sua esposa.

Kris Van Assche abriu seu desfile com um clipe de áudio da atriz Anna Karina lendo poesia em um filme de Jean-Luc Godard, e fechou com Gigi Hadid brilhando andando na passarela pela primeira vez para marca em um terno sem mangas verde menta adornado com  penas de avestruz.

g-2~4.jpg1_28129~81.jpg1_28329~78.jpg1_28629~77.jpg1_28329~80.jpg

234t5t34r23.jpg345y3.jpg1234ty53t42r2.jpg3455y423.jpg32245y3tr.jpg

Como de costume anual a revista Maxim lista as 100 mulheres mais quentes e desta vez a revista britânica avaliou inexorável ascensão dos influenciadores digitais – e um certo movimento social progressista sobre o qual você pode ter ouvido falar – que os levou a reconsiderar o que significa ser “quente” em 2019. Há beleza física, é claro. Mas isso foi apenas parte do algoritmo de atração. Como regra geral, as mulheres que chamam a atenção trazem algo mais para a festa, tendo êxito em seu campo escolhido contra longas probabilidades por pura determinação, talento bruto e disposição para se colocar lá fora.

A modelo Olivia Culpo, e também amiga de Hadid, liderou a lista deste ano e com certeza nossa modelo favorita não ficou de fora! A loira entra na lista mais cobiçada na categoria “Rainha das passarelas” na décima primeira posição logo atrás de sua irmã Bella Hadid e suas amigas Kendall Jenner e Hailey Baldwin.

Metade da irmã mais sexy do planeta, a aluna mais atraente de Malibu High, que conseguiu transformar algumas aparições rápidas no reality show de sua mãe em uma moda global, passou o ano de 2019 aproveitando os espólios.

Confira a lista completa das 100 mulheres mais quentes de 2019 clicando aqui

 

A multimarca de luxo italiana Luisa Via Roma celebrou seu aniversário de 90 anos com Carine Roiteld em um desfile em parceria das duas grandes marcas. Na quinta-feira, 13, a loja transformou a praça que foi construída na colina ao sul do centro histórico de Florença ‘Michelangelo Michelangelo’ em uma enorme passarela, com 90 modelos desfilando para mais de 4 mil pessoas, encerrando esta temporada de Pitti Uomo com chave de ouro. Looks de coleção vintage dos anos 90 foram resgatados por Carine Roifeld e 90 modelos parciparam do desfile, como, Bella Hadid, Joan Smiler e outras.

E quem abriu a passarela foi Gigi Hadid, usando uma combinação de preto e branco, onde sua blusa de cor branca era de decote ‘V’ e uma gravata preta por dentro do decote, presa ao que seria uma gola de camisa, uma calça de plástico PVC preta super justa que tornava o look ainda mais sexy do designer Karl Lagerfeld, e depois a musa entrou novamente usando um vestido longo e preto da Versace ao lado das modelos Vittoria Ceretti e Ana Yai.

1~596.jpg2~598.jpg4~535.jpg6~470.jpg7~449.jpg

Agora na capital da França, Paris, ainda na temporada masculina do Fashion Week Gigi Hadid desfilou para Off-White para coleção Primavera/Verão 2020! Seguindo um colaborativo com Nike SB Dunk LowVirgil Abloh apresentou a coleção que também incluiu uma colaboração com a Futura , com uma das esculturas do artista cercada por flores brancas no meio do palco.

A coleção foi intitulada “PLASTIC”, com referências a isso, incluindo um logotipo de reciclagem reaproveitado que apareceu em ternos de caldeira branca no início do show. O fashion show foi aberto com Sheck Wes, que saiu em um look todo branco de sobretudo, calças e uma camiseta em colaboração com a Futura. A cápsula Futura continuou em toda a coleção, com outros itens de destaque, incluindo um blazer e uma capa adornados com graffiti.  A linha de roupa apresentava uma série de peças gradientes – incluindo jaquetas jeans grafitadas – calça amarrada e calça descontraída por toda parte. Além do colaborativo Dunk Lows, os calçados incluíam principalmente sandálias e botas.
Gigi Hadid encerrou o desfile, o que não é muito de costume em uma temporada masculina, após aparecer variados look femininos um atrás do outro. A modelo exibiu toda sua confiança atravessando a passarela e chamando atenção ao estar usando um blazer superdimensionado colorido com um padrão de grafite com uma blusa de gola alta combinando por baixo. Seus lábios foram pintados por um batom vermelho vivo e seus cabelos foram escurecidos por estarem molhados e mais uma vez foi jogado todo para trás mostrando o par de brincos brancos.
g-2~3.jpgg-3~3.jpgg-6~3.jpgg-7~3.jpgg-10~3.jpg
2~601.jpg4~537.jpg8~448.jpg20~273.jpg1_28829~61.jpg

O mês de junho fica agitadíssimo ao acontecer o Men’s Fashion Week nas principais capitais da moda que acontece antes do Fashion Week feminino em Setembro. Mesmo sendo uma temporada masculina é muito comum encontrarmos modelos mulheres desfilando nas passarelas, já que algumas marcas tem o costume de criar coleções para ambos os sexo. Gigi Hadid não aparece muito nesta época do ano mas desta vez ela esteve muito presente! No último sábado, 15 de junho, a modelo marcou sua presença no desfile da Versace da coleção Primavera/Verão 2020, a loira foi fotografada chegando no local usando um conjunto clássico da grife avaliado em R$20 mil reais.

A coleção foi ancorada na “masculinidade contemporânea”, que, de acordo com a interpretação da marca, resultou em uma mistura de peças sob medida, silhuetas superdimensionadas, injeções da tendência dos anos 90 e códigos de marca exclusivos . Como muitas casas de luxo nesta temporada, a grife italiana abriu seu arquivo para obter impressões importantes, chamando o artista Andy Dixon para reimaginá-las para uma seleção de peças e justapondo-as a padrões sazonais como leopardo e cheques.

O poderoso terno é jogado no intervalo, com destaques incluindo o conjunto colorido que combina preto sólido com um tecido de Prince of Wales para uma metade de olhar de cima para baixo. Para contrastar com o lado formal do sortimento, itens como casacos de couro com franjas, coletes de motociclista e jeans tie-dye oferecem opções mais fáceis de roupas esportivas. Enquanto isso, Dixon pintou à mão uma nova visão da gravura arquivística da marca do deus romano Bacchus, dando ao sortido uma ilustração colorida e moderna em button-downs, jaquetas e calças. O trabalho do artista retorna por meio de carros de corrida e vasos, que abrem caminho em camisas de seda, malhas e peças metálicas leves para adicionar outro elemento peculiar.

“Para esta coleção, eu queria explorar os elementos que fortalecem um homem. É definitivamente a confiança, a liberdade e o desejo de se expressar sem hesitação”, disse Donatella Versace.

Hadid passou pela passarela totalmente deslumbrante ao estar vestindo um sobretudo preto de couro, camisa azul e gravata. Para completar o look a modelo calçava um salto alto igualmente preto e seus cabelos foram todos jogados para trás com ajuda de um gel deixando suas orelhas em destaque, onde estavam um par de brincos de pedras.

g-1~2.jpgg-4~2.jpgg-7~2.jpgg-9~2.jpgg-16~1.jpg

Na noite do dia 06 de junho, quinta-feira no Museu de Brooklyn, em Nova York aconteceu o gala anual do Council of Fashion Designers of America, o CFDA Awards 2019, considerado o Oscar da Moda. Junto com o aclamado Met Gala é assumido  como um dos eventos mais importantes para a indústria, que tem como propósito de celebrar o que de melhor se faz no setor, premiando os designers do ano, os talentos emergentes e as personalidades que contribuem para uma mudança positiva nesta área em constante mudança.

Brandon Maxwell e Ricky Owens ganharam o prêmio de designers do ano nas categorias de vestuário feminino e masculino, respetivamente — os quais concorriam nomes como Marc Jacobs e Virgil Abloh, entre outros —, ao passo que as gêmeas Ashley e Mary-Kate Olsen, fundadoras da marca The Row, receberam o mesmo galardão na categoria de acessórios. Já Emily Adams Bode, líder da marca de vestuário masculino Bode há já três anos, conquistou o troféu de designer emergente.

Todavia, a rainha da noite foi Jennifer Lopez, que, vestida com um look chamativo laranja desenhado à sua medida por Ralph Lauren, subiu ao palco do evento para receber o prêmio de Fashion Icon pelo seu “longo e duradouro impacto na Moda”. O evento ficou ainda impressionante pela atribuição do prêmio internacional à britânica Sarah Burton, atual diretora criativa da Alexander McQueen.

Gigi Hadid como de costume não deixou de comparecer ao gala anual! A modelo passou pelo pink carpet usando uma criação da Louis Vuitton feita pelo designer Virgil Abloh, que a acompanhou no evento posando para fotos ao seu lado, composto por um blazer azul bebê de tamanho grande, calças combinando com uma saia plissada de cintura alta e para completar uma “Louie Belt” acolchoada com seda.

Após o evento Gigi Hadid voltou para Manhattan para continuar a celebração no Le Chalet at L’Avenue at Saks,  junto com a familia e os amigos Bella Hadid, Derek Blasberg, Joan Smalls, Kerby Jean-Raymond, Winnie Harlow, Heron Preston, Aurora James, Brandon Maxwell e outros.

Hadid junto com Abloh viraram DJ’s para multidão barulhenta. Fora da pista de dança, os garçons passaram os coquetéis “Saks in the City” e “L’Avenue Gin and Tonic” para os convidados sedentos, mantendo a festa bem viva depois da meia-noite. Em vez de contratar um fotógrafo profissional, a equipe anfitriã, incluindo Kevin McIntosh e Cully Smoller, juntamente com Abloh e Hadid, passaram por uma câmera descartável para permitir que os convidados passassem atrás da lente. Para manter os níveis de energia após horas de glam, fotos e a longa cerimônia, a cozinha do Le Chalet servia comida caseira, incluindo batatas fritas, rolinhos primavera e porções individuais de purê de batatas.

109489470_0-4.jpg109489485_0-9.jpg1_28529~57.jpg1_281829~35.jpg4_28529_3.jpg

109489259_1147877129.png109488615_0-8.jpg109488608_0-7.jpg4_28329~5.jpg4_281429~2.jpg