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Nesta segunda-feira, 12, Gigi Hadid participou pela quarta fez do programa da NBC ‘The Tonight Show com Jimmy Fallon‘. A modelo conversou e explicou o conceito e estilo de sua mais recente linha em parceria com a Reebok, e também contou o quão importante o vôlei foi para o futuro dela, entre outros assuntos.

Continuando com a tradição dos outros programas, Gigi e Jimmy Fallon provaram mais um hambúrguer de Nova York, o escolhido da vez foi o do Upland, que foi aprovado por ambos. Mas dessa vez, surpreendendo até mesmo o apresentador, e possivelmente criando uma nova tradição, Hadid trouxe uma pequena surpresa para esse momento culinário.

Confira a participação da modelo no programa, completa e legendada, abaixo:

 

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Com o lançamento de sua mais recente colaboração, Reebok x Gigi, e a semana da moda de Nova York rolando, as duas últimas semanas foram bem produtivas para Gigi Hadid. A modelo esteve em alguns eventos, fazendo photoshoots e mais. Confira todas candids da Gigi durante os últimos 15 dias em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

Domingo (03.02): Após alguns dias na fazenda de sua mãe, longe das lentes dos paparazzis, Gigi Hadid foi fotografada passeando pelas ruas de Nova York. A modelo apostou em um look composto por diferentes tons de azul, acompanhado de botas da  Dr. Marten e uma bolsa ‘Sidonie’ da Prada, a qual a modelo é o rosto da campanha.

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Segunda-feira (04.02): Na véspera do lançamento oficial de sua colaboração com a Reebok, Gigi foi a anfitriã de evento especial para divulgar as peças da coleção. Essa celebração ocorreu em uma escola localizada em Nova York onde Hadid se reuniu com algumas jovens e amigos para praticar algumas atividades – incluindo sua paixão, o vôlei – usando as roupas e tênis da Reebok x Gigi (saiba mais clicando aqui). A modelo foi clicada chegando e deixando o local do evento.

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Terça-feira (05.02): Apostando novamente em um look monocromático, dessa vez na cor cinza, Gigi foi vista deixando seu apartamento em Nova York durante a tarde. A modelo carregava, mais uma vez, a bolsa de ombro ‘Sidonie’ da Prada.

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Quinta-feira (07.02): Na quinta-feira, Gigi foi fotografada pelos paparazzis voltando para seu apartamento em Nova York. A modelo passou o dia fotografando para Maybelline em um terraço na cidade.

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Sábado (09.02): No embalo da semana da moda de Nova York, Hadid marcou presença, no sábado, em um evento da Maybelline, marca a qual é embaixadora. Mais uma vez investindo em uma cor só, a modelo usou um look montado tons de laranja, sendo comparada à Sandy, personagem de Grease. Gigi foi clicada deixando seu apartamento à caminho do evento e também deixando a festa.

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Na noite de quarta-feira, 06 de janeiro, no Park Avenue Armory o Tom Ford abriu oficialmente a primeira Semana de Moda de Nova York de 2019 com modelos de olhos esfumados aveludados e cabelos partidos em um coque indiferente.  “É o tipo de garota do Tom”, a maquiadora Diane Kendal confirmou nos bastidores, referindo-se ao humor – glamuroso e sexy,  “É sobre a mulher confiante que gosta de vestir-se, vestindo roupas lindas e se exibindo um pouco”.

O mestre do fabuloso excesso de glamour e inclinação total está optando pela simplicidade. No pós-show, ele chamou isso de “busca por segurança” e disse que foi uma resposta à cultura da negatividade no mundo ao nosso redor, especialmente na América. “Eu nunca fui um designer que falou sobre um momento no tempo, como isso influenciou o que eu desenho, mas você não pode escapar da notícia”, disse Ford. “Sinto-me frustrado, agitado e exausto. E eu não quero usar nada particularmente desafiador ou algo particularmente agressivo. ”

Traduzido na passarela, isso não era exatamente o equivalente da desconexão e do desligamento, mas foi certamente uma saída mais discreta do que sua coleção de um ano atrás, cuja peça central era um Tom Ford de Beverly, repleto de cristais. O desejo de Ford de calma e segurança levou-o a alfaiataria. Os ternos femininos na passarela de hoje eram dignos de nota por sua cor sedutora, com acenos para Yves Saint Laurent no combo vermelho, rosa e roxo e para o icônico smoking de veludo da Ford para a Gucci em vermelho-sobre-vermelho. Os ombros eram fortes, os colarinhos estavam voltados para cima e as cinturas eram justas. Modelos colocaram as mãos nos bolsos das calças para acentuar a cintura. Quanto àquelas calças, eles eram, sem exceção, superdimensionados, ainda que em cetim, com barras suaves enroladas acima do tornozelo. Por baixo, Ford colocava malhas justas ou moletons com capuz em vez de botões.

Ele não desistiu do glamour no entanto. As bombas de plataforma peep-toe com tornozeleira com strass eram uma réplica atrevida para a restrição em outros lugares. E havia fedoras de peles artificiais e muitas jaquetas e casacos de peles reais que serão produzidos em materiais artificiais para as lojas. As colunas de seda da noite da camisola com enfeites de correntes pesadas ecoavam os números brancos da mesma coleção dos anos 90 que produziam aquele fabuloso smoking vermelho.

Gigi Hadid passou pela passarela ao som de uma música forte, ao estar vestindo todos os tons de vermelho, em um smoking de veludo escuro e calça de cetim em um vermelho vivo. O look foi completado com uma meia preta transparente em seus pés junto com um salto vermelho igualmente de veludo. Seu cabelo estava amarrado em um coque baixo, e com uma maquiagem padrão com os olhos escuros e os lábios levando o novo batom da Tom Ford.

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Com as paisagens do Rio de Janeiro de cenário, Gigi Hadid faz sua estreia na Elle US, estampando quatro capas da edição de março da revista.

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Vestindo roupas das marcas Ferragamo, Versace, Balmain, Marc Jacobs, Armani, Chanel e Chloé, a modelo foi fotografada pelas lentes de Chris Colls em diversos locais da Cidade Maravilhosa, como a praia do Leblon e o heliporto da Lagoa. Além disso, Gigi também concedeu uma entrevista para a revista onde falou sobre sua carreira, família, sua doença e mais.

Confira a entrevista completa abaixo:

Nina Garcia: Gigi, você viaja mais do que o que parece possível para uma pessoa. Onde você está agora?
Gigi Hadid: Eu estou na fazenda [da família]. Nos últimos anos eu descobri o quão importante pra mim é encontrar um equilíbrio. Tem semana que eu faço todas as viagens dos mês. As vezes, eu estou em um país diferente a cada dia, mas isso saí do meu controle.

NG: Eu ouvi falar sobre essa fazenda da sua mãe, Yolanda. Parece que é realmente um paraíso da família.
GH: É onde todos nós podemos vir e nos sentir nós mesmos. Quando eu estou aqui, eu entro no meu caminhão e vou em uma loja. As crianças ficam animadas no mercado, mas elas não pegam seus celulares. Eles querem que a gente se sinta normal, e nós apreciamos isso.

NG: Tanta coisa aconteceu desde que você fez sua estreia na semana da moda de Nova York, cinco anos atrás. Eu lembro que Jeremy Scott foi um dos seus primeiros shows, e você abriu para ele.
GH: Eu estava tão nervosa, não conseguia respirar. Eu estava tipo, “Sério, você quer que eu abra?” eu nunca tinha treinado andar na passarela. Com o passar dos anos, eu aprendi como me guiar com isso—como me encaixar nos sapatos. Muitas pessoas julgaram que eu era ruim na passarela porque elas estavam me vendo aprender, literalmente.

NG: Apesar disso, você tem modelado desde que era um bebê. Em que ponto você soube que isso seria sua carreira?
GH: Quando eu era criança, modelar era mais como se fosse um dia de neve [na escola]—você correndo na praia, sendo criança com outras crianças. Minha mãe me tirou da moda antes que isso parecesse com trabalho. No ensino médio, eu era competia com cavalos e era jogadora de vôlei. Mas [o ensino médio] foi o fator decisivo: The New School era minha escola favorita em Nova York, mas eu não escolhi ir pra Nova York para jogar vôlei ou correr com os cavalos, mas sim para ser modelo.

NG: E para estudar psicologia criminal…
GH: Sim, isso era algo que eu tinha interesse e poderia ter seguido carreira, mas eu meio que sempre soube que eu acabaria sendo uma modelo.

NG: Assim como sua mãe. Eu sei que ela realmente ajudou a guiar a sua carreira, da Bella e do Anwar. Mas você parece frustada quando as pessoas falam que seu sucesso é devido as conexões de sua família.
GH: Digo, eu entendo isso. Eu venho do privilegio e eu reconheço meu privilegio. Mas por que minha mãe estava em um programa na TV [The Real Housewives of Beverly Hills], as pessoas pensam que toda minha infância foi a fama. E definitivamente não foi. Minha mãe era modelo. Ela se mudou para os Estados Unidos quando tinha 16 anos para mandar dinheiro para família dela na Holanda. Meu pai era um refugiado e deu seu jeito de todas as maneiras. Eu trabalho duro para honrar meus pais.

NG: Acho que isso é algo comum nos filhos de imigrantes. Eu me sinto da mesma forma. Eu fiquei impressionada que você e Bella estavam na marcha contra o banimento que Trump queria estabelecer em 2017. O que te fez tomar uma atitude?
GH: Ouvir as história da minha família. Minha família é tão grata por ter tipo a chance de construir uma vida diferente para eles. Todo mundo poderia ter histórias como essas se fossem dadas as chances. Ser de duas culturas diferentes, eu vejo como ambos os lados se tratam. É importante que tenha mais abertura para pessoas se misturarem e conhecerem culturas diferentes.

NG: Falando nisso, você passou um tempo viajando o mundo com a UNICEF. Como essa parceria surgiu?
GH: Eu lembro de arrecadar dinheiro para a UNICEF na escola. Eu sempre admirei os embaixadores, então no ano passado eu me encontrei com a UNICEF e disse que queria focar em lugares que precisam de cobertura. Eu acabei indo para Bangladesh, onde a crise dos refugiados já acontece há um ano, mas não são mais noticiados. O jeito que eu poderia contribuir mais era usando as redes sociais e lembrando as pessoas que eles ainda estão ali e ainda precisam de ajuda.

NG: Você faz parte da primeira geração de modelos que tem as redes sociais como uma chave pro trabalho. Quando as pessoas olharem para esse momento da moda, qual impacto você espera ter tido?
GH: Eu acho que nós vamos ser vistas como a geração que apoiava umas as outras. Tem espaço para todas nós termos a mesma quantidade de seguidores. Nós queremos falar sobre as coisas que amamos, e realmente celebrar umas as outras.

NG: Você e Bella tem sorte de terem uma a outra na indústria. Vocês são competitivas?
GH: Eu e Bella temos estilos diferentes. Um trabalho que quer a Bella, não é um trabalho que eu tenho a aparência certa para, eu nunca levo isso para o lado pessoal. Ela me inspira de várias maneiras. Nós aprendemos uma com a outra.

NG: Sua mãe tem escrito sobre a batalha dela com a doença crônica de Lyme, que a Bella também tem.
GH: Sim, Bella e Anwar tem.

NG: Saúde deve ser uma grande preocupação para você.
GH: Crescer tendo três membros da minha família doentes me fez muito independe. Minha mãe não podia dirigir ou sair da cama alguns dias, então eu levava meu irmão pra escola comigo, ou fazia o almoço. Mas eu também me sentia culpada por ser a única pessoa na família que não sabia o que eles estavam passando. É difícil quando toda sua família está sofrendo e você não sabe o que fazer.

NG: Você foi diagnosticada com a doença de Hashimoto depois que se mudou pra Nova York. O que é isso exatamente?
GH: Isso significa que você tem uma tireoide não-ativa. A maioria das pessoas tem Hashimoto quando estão na meia idade. Eu tive isso muito cedo. No ensino médio, eu tinha muita retenção de água. Mesmo depois dos treinos extras, eu tinha um inchaço que não sumia. E eu estava sempre cansada. Isso foi difícil.

NG: Como você lida com a doença?
GH: Você tem que aprender sobre seu corpo. Quando eu tinha 17-18 anos, me prescreveram um medicamento que muitas pessoas começam a tomar quando tem 50 anos, e isso pode ter efeitos ruins se você tomar por muito tempo. Então minha mãe procurou por tratamento integrais. Na Califórnia, eu também fui a um médico para tratamentos com Canabidiol. Você pode viver uma vida de maneiras que não machuquem o seu corpo.

NG: Apesar disso, você não tem medo de se arriscar no seu trabalho. Você tem feito alguns photoshoots chocantes—incluindo esse. Teve algum momento que você se sentiu tipo, “Isso é um pouco perigoso demais pra mim”? Ou que você foi pressionada a fazer algo fora da sua zona de conforto?
GH: Existem níveis diferentes de louca—aventuras me deixam animada, e eu já fiz várias coisas aventureiras na minha vida. Mas eu sou audaciosa, não idiota. Eu conheço meus limites. Fora da minha zona de conforto, geralmente é quando eu não me conecto com a equipe criativa ou algo do tipo—coisas que possam ofender outras pessoas. Isso são coisas pelas quais já fui mal interpretada em minha carreira no passado. Quando eu era mais nova, e eu sentia no meu coração que aquilo era uma coisa que eu não deveria fazer, eu tentava falar com pessoas no set, mas talvez eles não fossem as pessoas certas para se falar. Conforme eu fiquei mais bem sucedida, as pessoas me escutam mais. Eu tenho mais confiança para saber quando algo está errado e me impor.

Tradução & adaptação:Equipe Gigi Hadid Brasil

 

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Com sua coleção com a Reebok sendo lançada Gigi Hadid concedeu entrevista para vários veículos de comunicação, e um deles foi para renomada revista Instyle. Na breve entrevista a modelo fala um pouco sobre a coleção esportiva, como suas inspirações para criar a linha. Confira a matéria completa e traduzida abaixo: 

Existe alguma coisa que Gigi Hadid não pode fazer? Bem, depois de vê-la destruir no voleibol como uma atleta olímpica ontem na pré-estréia da nova coleção de roupas que ela desenhou com a Reebok, eu vou ter que dizer não.

Se você está pensando que esta é apenas mais uma coleção de moda atlética, pense novamente. Os desenhos de Hadid são certamente legais, mas também podem acompanhar as demandas do treino de uma atleta de alto nível. As perneiras de cintura alta não deslizam para baixo quando ela se inclina ou faz uma corrida de verão, o que ela realmente faz enquanto de alguma forma também retorna a bola de voleibol em alta velocidade vindo em sua direção. “Eu queria fazer algo leve e arejado, mas também confortável”, diz Hadid. “Mesmo que essas roupas sejam leves e vão mantê-la fresca, elas são forradas para que elas fiquem confortáveis ao suar. Você não se sente como se estivesse flutuando em seu próprio suor.”

A coleção inclui um símbolo especial de sua herança. “Reinterpretei a bandeira americana, a bandeira holandesa e a bandeira palestina, que são as raízes de meus pais”, explica Hadid. “E eu incorporei essas bandeiras reinventadas nas bandeiras da Reebok.” Os símbolos pensados ​​aparecem em blusões inspirados nos anos 90, calça de moletom e tops rasgados.

Claro, Hadid tinha que incluir alguns tênis incríveis na coleção. Seus Aztreks estão de volta, mas mais volumosos, e incluem tiras de neon e laranja-azulados na tendência. “É o sapato de pai, mas muitas pessoas estão comprando $1.000 de sapatos de pai e não podem ir ao ginásio”, diz Hadid. “Estou fazendo um sapato de pai que pode realmente apoiar o seu pé.” Há também tênis de neon com plataforma, feitos para corredores que gostam de moda e que são atualizados.“O Freestyle Hi foi o primeiro sapato criado para as mulheres por uma empresa esportiva”, explica Hadid. “E antes disso, as mulheres estavam trabalhando em roupas masculinas e sapatos masculinos. E eu acho que o Freestyle Hi é um símbolo realmente incrível de incluir mulheres no atletismo.”

A colaboração de Gigi Hadid com a Reebok finalmente chegou! Depois de colocar a venda uma pequena prévia no final do ano passado, a coleção completa da Reebok x Gigi está oficialmente disponível no mundo inteiro. E para celebrar o lançamento de mais uma linha desenhada pela modelo, vamos sortear uma jaqueta da coleção para você usar e abusar!

Para participar é simples, basta cumprir com os tópicos abaixo:

  • – Siga o @GigiHadidBR no Twitter
  • – Dê RT no tweet oficial do sorteio

OU

  • – Siga o @GigiHadidBRA no Instagram
  • – Marque um amigo na foto oficial do sorteio

Pronto, você já está participando!

ATENÇÃO!

Este sorteio está sendo realizado em parceria com o Gigi Hadid Itália e Hadid News; cada conta sorteará uma pessoa, e dos três sorteados apenas um (01) será o vencedor que levará para casa o prêmio. Para mais chances de ganhar a jaqueta, participe da promoção também nas publicações de nossos parceiros (@GigiHadidIT e @HadidNews).

O resultado será anunciado no dia 15 de fevereiro e será publicado pelas três contas participantes, apenas o vencedor final – que receberá o prêmio- será anunciado.

REGULAMENTO:

  1. O participante precisa estar obrigatoriamente seguindo TODAS as regras para participar se não, será desclassificado;
  2. Para validar a participação, é preciso cumprir com apenas um dos tópicos acima, podendo participar de mais para aumentar suas chances;
  3. É proibido estar marcando contas salvas ou famosos referente ao segundo tópico;
  4. Pode marcar quantas vezes quiser os amigos, mas somente pode marcar 2 amigos por vez e precisa ser contas diferentes;
  5. O prêmio será enviado diretamente pelo site da Reebok, será encaminhado ao vencedor todas as informações fornecidas após a compra, tais como o código de rastreio.
  6. Todos os vencedores, de todas as etapas, serão escolhidos aleatoriamente através de um site de sorteios;
  7. Esse sorteio não tem qualquer custo para o ganhador;
  8. O sorteio é válido para o mundo todo;

Realização: Gigi Hadid Brasil, Gigi Hadid Itália & Hadid News.

Gigi Hadid já não é novata no que toca a colaborações, e depois de várias estações a criar coleções em parceria com a Tommy Hilfiger, por exemplo, agora emprestará a sua criatividade para Reebok ao lançar uma linha de roupas esportivas! A modelo conferiu todo o arquivo de design da Reebok Classic para inspiração e foi instantaneamente atraída para o Freestyle Hi. Hadid explicou sobre as peças da coleção denominada ‘Future Nostalgia’: “Eu queria usar os padrões e formas de roupas clássicas da Reebok e incorporar novos cortes, novas cores e tecidos, ajustes que eu sabia que seria confortável para se exercitar e suar”. Ela também declarou: “A ideia da“ nostalgia clássica ”veio de como eu descrevi querer sentir essas roupas, e eu amo o que cada elemento da coleção representa – desde a identidade fortalecedora do estilo livre até a camiseta da declaração feroz. Cada peça parece pessoal para mim e meu estilo”.

A coleção teve duas fases de lançamento: A primeira foi no dia 7 de dezembro do ano passado, 2018, que foi lançada exclusivamente nas lojas autorizadas ao redor do mundo e também online, com diversas peças diferentes em edição limitada e entre elas estavam duas peças de camisetas com duas cores disponíveis, preto com amarelo e branco com rosa e dois modelos de tênis para corrida,inspirado no estilo dos anos 90. A segunda parte da linha, agora com sua coleção completa, foi lançada agora no começo de Fevereiro. Na coleção está incluída as peças que já foram lançadas na primeira fase e também diversas outras como, camisetas, maiô, leggings, e também track pants separadas como também em conjunto com jaquetas, tudo levando a logotipo “Reebok x Gigi Hadid” como estampa principal. Todas roupas levaram cores variando entre preto, verde água, vermelho e amarelo.

A coleção completa está disponível no Brasil! Os tênis estão com preços variando entre R$299,99 reais à R$349,99 reais. Os maiôs estão por R$149,99 reais. As track pants estão com preço único de R$199,99 reais e a legging por R$179,99 reais. Vocês podem adquirir qualquer peça no site online da Reebok Brasil (clicando aqui).

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Com o lançamento de sua colaboração com a Reebok se aproximando, Gigi Hadid concedeu uma entrevista para revista Harper’s Bazaar Austrália onde contou um pouco sobre de onde veio a inspiração para a criação do estilo da coleção da Reebok x Gigi Hadid. Além disso, a modelo também conversou sobre inspirar e ser inspirada por mulheres, empoderamento, comentários negativos e mais.

Confira a matéria completa:

Uma prova do encanto duradouro da supermodelo, a chegada de Gigi Hadid em Sydney recentemente foi marcada por um quase colapso da mídia. Hadid ficou na cidade por apenas 48 horas, para lançar sua coleção em parceria com a Reebok e promover a nova campanha da #BeMoreHuman, mas a aparição dela fez com que colegas de revistas brigassem sobre quem iria participar de seu único evento para a mídia—um painel de café da manhã no centro de arte de Eveleigh, Carriageworks— e muitos desses que tentaram, e falaram, conseguir uma selfie com ela.

Não é difícil de ver o por quê. Ao lado de sua melhor amiga, Kendall Jenner, e sua irmã mais nova, Bella, Hadid faz parte do trio das maiores supers da nova geração. Suas conquistas vão de editoriais de moda de alto conceito europeu para Chanel e Valentino, até desfilar na passarela do Victoria’s Secret Fashion Show e ser o rosto de campanhas de alto nível da Moschino em colaboração com H&M. Ela é a quinta modelo mais bem paga no mundo (sua renda chegou a 13 milhões de dólares em 2017); suas amizades incluem Taylor Swift e Serena Willians; e ela é a 39ª pessoa mais popular no Instagram, com mais de 45 milhões de seguidores, mais que Lady Gaga, adidas e NASA.

Para aqueles que estão de olho em Gigi Hadid—encarnação do ideal de beleza—diante de uma campanha que encoraja as pessoas a ‘serem mais humanas’, não se preocupe, ela sabe. “Quando nós demos inicio à campanha tiveram comentários tipo, ‘Porque Gigi é um dos rostos da campanha Seja Mais Humano? Ela é uma modelo,'” contou Hadid. “As pessoas assumem que ser modelo significa ‘perfeição’, mas o objetivo dessa campanha é que nenhuma ideia de perfeição da espaço para cometer erros ou crescer. Você pode ser gentil consigo mesmo quando cometer erros, desde que você aprenda com eles. Pra mim, essa ideia é poderosa.”

Como qualquer jovem de 23 anos na era do Instagram, Hadid cometeu erros, e se viu como alvo de piadas sobre seu corpo e vida pessoal como resultado. Alguns, como a reação dos republicanos contra ela zoando Melania Trump no American Music Awards in 2016, já eram de se esperar. Outros parecem com um significante e triste cinismo da internet. Um exemplo recente é a viagem que Hadid fez para Bangladesh com a UNICEF para destacar a crise de refugiados como resultado do genocídio cometido contra o povo de Rohingya em Myanmar. Hadid passou diversos dias em vários campos e é claro que a experiência teve um profundo efeito sobre ela — então ela estava, compreensivelmente, abatida com as acusações de que a viagem era apenas para bombar seu perfil. “As pessoas querem achar razões ruins pela qual alguém está tentando ajudar,” ela diz, irritada. “Fazia um ano que a crise dos refugiados começou, e obviamente isso significa que tinha menos cobertura da mídia, então eu percebi que o melhor que eu podia fazer para ajudar era lembrar às pessoas que essas pessoas ainda estavam ali e que ainda precisavam de ajuda. Não é questão de, ‘Eu estou aqui porque sou uma celebridade’— 90% das pessoas nesses campos não tem ideia de quem eu sou! Se as pessoas querem tentar achar um ponto negativo nisso, bom, isso não é algo que posso controlar — isso é problema deles. Eu sei que muitas pessoas aprenderam [sobre a crise] por causa disso. As pessoas estão nas redes sociais o dia inteiro, todos os dias, então por que não usar sua plataforma pra tentar ensinar as pessoas sobre coisas que elas deveriam prestar atenção?”

Hadid abordou algumas das reações negativas que enfrentou durante suas carreiras no evento da Reebok em Sydney, onde ela conversou ao lado de Amrita Hepi (uma coreografa premiada dos territórios de Bundjulung e Ngapuhi), Amna Karra-Hassan (ativista muçulmana que é conhecida por ter fundado a primeira equipe de futebol feminino na Australia) e Kelly Cartwright (medalhista de ouro paralímpica). “As pessoas pensam que eu não mereço estar onde estou porque venho de uma família bem-sucedida, mas meus pais são trabalhadores para c*ralho,” ela contou no painel. “Meu pai era um refugiado, minha mãe morava em uma fazenda e ia para Nova York para mandar dinheiro para sua família—eles trabalharam muito e me deram uma vida por causa do trabalho duro deles, e eu trabalho duro para honrar isso. Eu não sou ‘não Palestina o suficiente’ para estar na capa da Vogue Arabia, eu não sou ‘bonita demais’ para estudar psicologia criminal ou ser uma ótima jogadora de vôlei ou uma boa boxeadora, e f*da-se se você pensa isso, porque essas são as coisas que me fizeram sentir poderosa enquanto eu crescia.”

Além do fato de criar uma plataforma para três mulheres australianas inspiradoras, Hadid foi atraída para a campanha do #BeMoreHuman porque ela se vê cada vez mais tomada pelo pensamento de que exercícios são sobre força e a fortaleza mental, invés de uma passagem para um corpo de biquíni aprovado pelo Insta. “Eu realmente não me conecto com o fato de ir pra academia apenas para levantar pesos—Eu amo box e andar a cavalo e jogar vôlei,” ela disse. “Essa é uma maneira mais natural de incorporar exercícios na minha vida, e um aspecto disso é que isso me ajuda a cuidar de mim mentalmente, e tem um aspecto social de que eu estou me cercando de pessoas que me inspiram e tem boa energia.”

Hadid descobriu que cerca-se com as pessoas certas significa menos pessoas. Quanto mais velha ela fica (ela faz 24 mês que vem), ela está mais propensa a passar tempo apenas com um pequeno ciclo de amigas e a família dela. “Não é sobre ter 100 amigos, é sobre ter cinco ou 10 amigos realmente bons que te entendem de maneiras diferentes,” ela disse. “Ninguém acorda se sentindo poderosa todos os dias—isso é impossível—mas eu penso que quando você se cerca com mulheres que te inspiram e te fazem feliz, isso pode te ajudar durante o dia.” A família de Hadid — seu irmão Anwar, sua irmã Bella e a mãe Yolanda, são todos companheiros de carreira — também são uma fonte de apoio. “Quando eu estou tento um momento ruim sozinha no meio da noite em um país estranho, e eu estou mal por causa do fuso-horário, eu posso ligar pra minha irmã e ela entende como isso é. O mesmo acontece com minha mãe e meu irmão — eles me apoiam muito dessa maneira e eles entendem os lados diferentes disso. É legal que todos nós podemos ter esse relacionamento uns com os outros.”

A colaboração com a Reebok — Reebok x Gigi Hadid — é uma cápsula de camisetas, tênis e leggins inspirados nos modelos dos anos 80 e 90 da marca. “Todo mundo sabe que se tem um estilo que vem naturalmente pra mim, é o athleisure, e isso realmente apareceu durante a criação,” ela diz. “É importante pra mim que você possa ficar bem nas roupas, mas elas realmente são feitas para malhar, para suar nelas—você pode ir para academia e ficar bonito e malhar corretamente com elas. É como se fosse essa moda de “sapato de pai”: você pode gastar mil dólares em um par de tênis que não é saudável para o seu pé ir malhar. Assim, com o Aztreks por exemplo, eu quis criar um sapato que vai firmar seu pé, mas também estar na moda.”

Trabalhar com moda pode ser cansativo, então é um ponto positivo para Hadid e Reebok que, após nossa co versa, teve um sentimento genufletido de, ousamos dizer, empoderamento no ar. Supermodelos refletem a época que elas existem, seja Kate Moss com sua sensibilidade desenfreada do rock nos anos 90, ou o otimismo de toda garota americana de Cindy Crawford‘s dos anos 80. É um bom significativo da década de 2010 que nossa top model equilibre beleza com um interesse genuíno em melhorar o mundo ao seu redor. A dica final de Hadid: “Quando você junta mulheres incríveis e inteligentes e conversa com elas, você vai encontrar beleza nelas que está longe do que você vê em sua primeira impressão.” Estranhamente, o mesmo pode ser dito sobre ela.

Tradução & adaptação: Equipe Gigi Hadid Brasil