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Inovando mais uma vez, a Moschino reuniu um time de modelos para sua nova campanha de primavera/verão 2020 intitulada Moschinorama. Gigi Hadid, Kaia Gerber, Bella Hadid, Imaan Hammam e Adut Akech se transformaram em estrelas de rock para dar vida às ideias de Jeremy Scott.

Inspirada na televisão dos anos 80, Scott dirigiu os vídeos da campanha da grife italiana. Um dos vídeos da série Moschinorama começa com Tyra Banks como apresentadora do programa “Top Pop Beats” onde as modelos se apresentariam segundos depois.

O visual das modelos remete totalmente ao punk dos anos 80 e a postura delas foi totalmente voltada para o rock ‘n roll. A música escolhida foi “It’s a Cool World” de Karla Devito a Hadid mais velha quem inicia a canção, seguida por Kaia Gerber.

Em um dois vídeos onde lidera os vocais, Gigi usa um mini vestido sem alças e com babados, um colar de correntes grossas e um penteado pigmaleão que é uma marca dos anos 80. Já em outro, Gigi e Kaia usam estampas iguais, mas Hadid usa um maiô e Gerber um vestido. Já no terceiro vídeo, agora ao lado de Bella Hadid e Imaan Hammam as roupas são outras e essas são inspiradas em estampas gráficas pop-art.

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Quando Jean Paul Gaultier anunciou apenas alguns dias atrás que seu desfile de alta costura na primavera de 2020 seria sua despedida de uma carreira que abrange 50 anos de moda em seus próprios termos, a França entrou em luto nacional. O que ninguém sabia era que o designer faria um grande show final para lembrar.

Que espetáculo magnificamente inventivo, eufórico e emocionante foi – uma celebração de todos os valores que esse designer único incorporou em seu trabalho através de cinco décadas de imaginação, humor, humanidade e alegria.

Gaultier exibiu mais de 200 looks de tirar o fôlego. E foi realmente um show, encenado no famoso Théâtre du Châtelet de Paris. Inaugurado em 1862 pela imperatriz Eugénie, esse foi o estágio em que Nijinsky mais tarde estreou a escandalosa fauna de L’Après-midi dun e onde o desfile de balé de Diaghilev se abriu com um cenário inovador pintado por Picasso – a vitrine perfeita para esse grande iconoclasta da moda.

Como Gaultier explicou nos bastidores dessas coleções anárquicas iniciais: “Eu estava reciclando coisas, porque no começo não tinha dinheiro. Então, eu estava pegando coisas como jeans e camuflagem e fazendo coisas engraçadas com eles – e agora fiz isso com minha alta costura!”

Como prometeu Gaultier, ele pegou as ideias que ele primeiro explorou com um orçamento apertado e as amplificou com todas as maravilhas técnicas pelas quais seus notáveis ateliês de alta costura são famosos – e este é um designer imerso em alta costura, tendo trabalhado ao lado de Pierre Cardin na tenra idade de 18 anos.

Gigi Hadid foi uma das modelos escolhidas para estrelar o desfile icônico de Gaultier. Ela desfilou com dois looks diferentes e abrilhantou a passarela da alta costura.

A apresentação de alta costura Chanel de Virginie Viard nos viu no jardim de um claustro romanticamente coberto de vegetação, situado de maneira milagrosa na imensidão fria do Grand Palais de Paris. O cenário sugeria um elemento-chave na lendária história de Gabrielle “Coco” Chanel. Chanel tinha 11 anos quando sua mãe morreu, e como seu pai rebelde – um vendedor ambulante com um suposto olhar errante – estava frequentemente ausente, decidiu-se que ela seria enviada ao convento de Aubazine na remota região francesa de Corrèze. Aqui, sua situação incomum e empobrecida significava que ela estava entre as meninas que usavam um austero uniforme em preto e branco, que ela iria adaptar ao longo dos anos para vestir as mulheres mais ricas e elegantes da sua idade.

Nas recontagens imaginativas de sua autobiografia, Chanel se referia às freiras estritas e implacáveis ​​do convento como “tias”. Esses mestres-tarefa, no entanto, ensinaram a jovem Chanel a costurar e, assim, lhe deram as ferramentas para viver uma vida como mulher independente nos anos posteriores. A estética do convento ficou com Chanel para sempre. Seu ilustre futuro biógrafo Edmonde Charles-Roux viu no “anseio por austeridade” da estilista ou nos momentos em que “se tornou nostálgica por todas as coisas brancas, simples e limpas, pelo linho empilhado no alto dos armários e nas paredes caiadas” referências a “um código secreto”. De fato, Charles-Roux postulou: “Cada palavra significava apenas uma palavra: Aubazine”.

As peças refletem a inteligência de Viard ao compreender as necessidades dos clientes da Chanel em todo o mundo. Os refinamentos da alta costura, entretanto, muitas vezes não se revelam à primeira vista: muitas das saias, por exemplo, eram combinadas com requintadas saias em tule fino que adicionavam um comprimento extra. Apesar da inspiração em Coco Chanel, a coleção abraçou a sobriedade, a leveza e a facilidade de vestir com que Viard está fazendo sua assinatura pessoal na casa. “Acho bom fazer roupas para mulheres com espírito de verão”, explicou ela. “É tão agradável andar descalço e usar uma saia longa e uma grande camisa de avô de algodão ou peças de renda.” Viard capturou esse espírito mais descontraído de Coco em saias de balanço ou em versões curtas acima do joelho; em um paletó cortado; e em vestidos não ajustados.

A modelo Gigi Hadid passou pela passarela com um vestido preto monástico com gola e punhos claros que se assemelhavam ao uniforme escolar de Chanel – embora usado desabotoado na frente da coxa, pois ele foi recriado com um fascínio muito mais adulto. Para completar Hadid estava com seus cabelos presos em um coque alto com seus fios extremamente alinhados, nada fora do lugar, e uma maquiagem aparentemente simples mas com olhos escuros.

Uma brisa náutica soprou sobre o show da Lanvin, realizado nos arredores de Paris, em um edifício brutalista que abriga o National Dance Center. O diretor criativo Bruno Sialelli nomeou a coleção “Beach Birds”, após uma coreografia de 1993 de Merce Cunningham, mas a verdadeira inspiração para o show foi Corto Maltese.

Sialelli, um fanático por quadrinhos, referenciou o marinheiro aventureiro criado por Hugo Pratt de maneira direta e indireta. Imagens do capitão do mar, com gola virada para cima e gorro brilhante, apareciam como desenhos em aquarela em jaquetas e camisas, estampas em preto e branco em lenços com franjas.

Gigi Hadid exalou sofisticação na passarela em um vestido preto com sua cintura marcada por um cinto creme junto com uma capa elaborada e esvoaçante. A modelo complementou o look com uma bolsa vermelha inspirada em bolhas e uma bota branca comprida até as suas coxas.

Gigi Hadid junto com outras modelos, Lena Waithe, Alexa Demie, Paloma Elsesser, Adwoa Aboah e Yolanda Renee King, no projeto nomeado Rihannazine, um projeto especial que combinou os mantras criativos da cantora Rihanna e a i-D Magazine. Em comemoração ao seu reinado incensante nos mundos da moda, beleza e música e ao 40º aniversário da revista, produziram uma edição limitada e única da edição nº 01, 2020 co-curada pela própria Rihanna.

“Para mim, esta edição muito especial da iD representa mudança e cultura”, diz Rihanna sobre o projeto. “É dedicado a algumas das pessoas que estão remodelando progressivamente as comunidades através da moda, música, arte e ativismo – criando um futuro mais inclusivo e diversificado”.

Vestindo Calvin Klein e Rudi Gernreich Hadid posa para lentes do fotógrafo Mario Sorrenti em retratos sexy e ousados. Além das duas fotos exclusivas a modelo foi entrevistada pela própria Rihanna para compartilhar sua visão para 2020. Confira a matéria completa e traduzida abaixo: 

Você pode se apresentar?
Eu sou a Gigi Hadid e sou uma modelo.

O que você acha que foi seu maior sucesso pessoal ou profissional até agora?
Eu diria que é estar me encontrando de forma criativa. Não apenas na moda, mas mas em perceber que eu precisava de tirar um tempo e fazer pequenas coisas criativas aleatórias que são sobre minha própria realização pessoal.

Você acha que o fracasso é intrínseco ao sucesso?
Em cada fracasso tem um sucesso, e vice-versa. Eu acho que a vida é a paternidade de fracassos e sucessos, e isso é sobre como você muda sobre essas coisas. Eu acho que meu maior fracasso em minha vida e em minha carreira tem sido quando eu não tenho- ou eu não tinha idade suficiente pra ter- a confiança para defender-me quando soube que o que estava acontecendo no set não estava certo. Eu não acreditava que eu tinha voz para falar. Eu acho que através de me desapontar, ou através de desapontar os outros com as minhas ações eu realmente estive disposta à aprender. Eu tentei e cresci diante tudo.

Qual é a melhor maneira de superar algo que você considera um fracasso?
Tendo um conversa realmente honesta com você mesmo. Um diálogo interior que te força a olhar de todas perspectivas, e te obriga a estar no lugar das outras pessoas. Você tem que se conectar com as suas morais, com o que você quer para sua vida, achar seu lugar. Eu aprendi isso de forma difícil!

Enquanto caminhamos para 2020, o que você está levando para este ano e o que está deixando para trás em 2019?
Eu estou levando uma completa versão de mim mesma. Eu acho que no ano passado, eu tentei me levantar todos os dias e pensei sobre as pequenas coisas que me traziam alegria, e realmente tentei trazer essas coisas pra minha vida. O que eu vou deixar para trás é negatividade. Eu sei que isso é amplo, mas pode haver muitas coisas pequenas- seja ouvir as opiniões de outras pessoas sobre o que te satisfaz e não as suas, ou a maneira como você se expressa ou o que a diferencia das outras pessoas.

Então se você pudesse perguntar uma coisa para Rihanna, o que seria?
Beleza Ri. Minha pergunta é: se nos fossemos fazer um Airbnb de fim de semana, e eu dissesse:, “Escolha cinco coisas que você precisa ter no frigobar quando chegássemos la, quais seriam?”

O que você quer da Rihanna em 2020?
Ri, eu só quero que você continue se expressando do modo que você sempre fez. Ela é uma pessoa que é completamente ela mesma, e ela se expressa completamente do jeito que ela quer. Eu acho que eu quero da a Rihanna o que ela quiser dar em 2020, porque é sempre algo bom. Espera, eu estou ficando emocionada! Porque eu estou ficando emocionada?

 

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Tradução & adaptação: Equipe Gigi Hadid Brasil

Em 1997, Simon Porte Jacquemus tinha sete anos, ele apresentou sua coleção outono / inverno 2020 na Arena La Défense, acompanhando seu show do décimo aniversário na última temporada, provando que ele veio para ficar. A arena não foi apenas composta por editores, compradores e todas as garotas francesas, mas transmitida ao vivo para os fãs globais da marca que foi construída organicamente ao longo da década.

“ Foi em 1997 e eu tinha sete anos. Tirei uma das cortinas de linho de nossa casa e criei uma saia com tesoura e renda verde. Como design, era tão simples. Mas quando ela usava – e usava! – ela estava linda. Eu queria voltar a essa ideia de roupas que poderiam ser sofisticadas, mas mínimas e puras. Eu queria muita roupa de cama. Eu queria peças que pudessem ser usadas para sempre”, o estilista explicou sua visão sobre esta temporada.

“L’Annee ’97”. Este foi o ano em que as Spice Girls invadiram o mercado americano e o Dr.Dre nos apresentou a Slim Shady. Choramos no Titanic e lamentamos a princesa Diana. Os técnicos tinham laptops e celulares, enquanto o desenvolvimento de fotos de uma hora ainda era bastante mágico. Bill Gates era um jovem nerd e a Amazônia ainda era a maior floresta tropical. Os touros venceram e uma ovelha foi clonada. O que foi em 97?

Noite passada eram tintas sob medida inspiradas na carga e ternos de linho pesados. Calças baixas com boxers, não cuecas. Terroso bege e cáqui. Lavanda e rosa Barbie. Macacão desabotoado e casacos de boxe. Era polo oversized e monocromático, lo-life chic. Vestidos branco, cinza, azul marinho e bege, os homens e mulheres de Jacquemus pareciam mais verão do que nunca.

Gigi Hadid fez sua estreia no Fashion Week masculino no penúltimo dia de desfiles cruzando a passarela minimalista da Jacquemus. A modelo brilhou e foi muito elogiada ao desfilar usando um vestido cor de pedra com uma abertura ousada nas costas, detalhe que Hadid fez questão de mostrar ao jogar seus cabelos para o lado no meio do Fashion Show, com uma sandália de tiras marrom. Seus cabelos longos estavam ao natural jogando para trás dando um total destaque ao par de brincos argolados de ouro em suas orelhas e sua maquiagem era leve.

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A primeira capa de Gigi Hadid em 2020 foi divulgada: a modelo estrela a edição de fevereiro da Vogue Rússia, sendo esta a primeira vez em que ela aparece como cover star da versão russa da revista. Hadid fotografou um ensaio fotográfico exclusivo para a revista em um fundo branco e com seus cabelos totalmente naturais para as lentes da fotógrafa Zoey Grossman.

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Começamos o ano com Gigi Hadid sendo a capa e estampando o mês de Janeiro do Calendário 2020 da V Magazine em uma edição limitada! Fotografada por Zoey Grossman em um fundo branco com luz forte em um conceito de fotos preto e branco, que irá consistir desta maneira em todos os meses do calendário, Hadid posa em topless usando somente uma calça jeans da Guess, grife que a modelo foi o rosto por alguns bons anos no inicio da sua carreira.

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