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A nova coleção da Primavera/Verão de Ian Griffiths para Max Mara é um guarda-roupa para um thriller de espionagem liderado por mulheres, com roupas, como ele disse, para tudo, desde a “perseguição de carros até a cena do baile”. O diretor criativo vestiu seu exército escultural de agentes em camisas de estilo militar, gravatas finas e saias de lápis estritas com cintos de bolso práticos – embora houvesse espaço para apenas uma lupa bebê ali. A paleta também era incógnita, com cinzas e brancos pontuados por ocasionais manchas de pastel.

Vários conjuntos foram complementados com estojos que, embora sejam um detalhe incomum para uma marca conhecida por seus casacos de caxemira tradicionais, as notas do programa os colocam no contexto da narrativa ficcional. Com a dama de honra capaz de trabalhar sem armas, eles revezaram, “não havia necessidade de uma arma na época, mas o coldre cria um detalhe de design muito elegante”.

Disseram à platéia que a coleção foi inspirada por Phoebe Waller-Bridge, que está animando o próximo roteiro de Bond . No entanto, as longas tranças no estilo Pippi das meias altas e as meias até o joelho estavam mais alinhadas com o guarda-roupa minox e experimental de sua personagem de Killing Eve, Villanelle . Em vez disso, coube a roupas de três peças e casacos de caxemira e cetim para nos lembrar que Max Mara atende à mulher comum, bem como a aspirantes a agentes secretos.

Gigi Hadid passou duas vezes pela passarela e com companhia em ambas as ocasiões. Na primeira vez Hadid andou juntamente com Candice Swanepoel, Doutzen Kroes onde o trio vestiu ternos cinza com seus cabelos trançados em duas tranças embutidas e com seus lábios cobertos por um batom escuro bordô. Na segunda vez a modelo também desfilou acompanhada por, Joans Smalls, Kaia Gerber e Bella Hadid, usando um vestido longo com babados em sua bainha em tom de cinza claro.

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Gigi Hadid lança um olhar feroz na capa capa da edição nº 22, de setembro, da LOVE Magazine . Fotografada pelas lentes de Willy Vanderperre , ela usa conjuntos de inspiração retrô de um vestido azul bebê no estilo boneca e seus cabelos foram presos por uma fita vermelha e enrolados estampando a capa e no restante do photoshoot segue o mesmo estilo nostálgico criado por Katie Grand.

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O primeiro dia de desfile da Semana de Moda de Milão contou com um super desfile da Prada. O desfile que aconteceu na Fundação Prada que estava toda decorada com azulejos geométricos que deram um ar mais descontraído ao cenário.

Tentando reviver o “DNA” da marca, ligado ao ativismo de sua fundadora Miuccia Prada, a grife trouxe para a passarela e para os convidados uma diversidade maior e mostraram uma mulher empoderada na coleção. A grife mesclou perfeitamente referências de alfaiataria de diferentes épocas – de chapéus no estilo dos anos 20 a padrões inspirados nos anos 70 – havia looks de beleza mínimos e atemporais e também um pouco dos anos 90 e com muita cor e transparência. E para um ar mais descontraído, chapéus de pescador com roupas mais formais também foram vistas durante o Fashion Show.

O cast contava com Kaia Gerber, Adut Akech, e claro a modelo Gigi Hadid, que passou pela passarela com um sobretudo marrom junto com uma blusa e saia social por baixo, combinados com um sapato Oxford azul escuro, uma bolsa de palha e um chapéu pescador rosa.

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Continuando a temporada de moda, foi a vez da Semana de Londres e a vez do desfile da grife britânica Burberry – que aconteceu no dia 16 de Setembro. Com o diretor criativo, Riccardo Tisci, no comando que anteriormente organizou um desfile um pouco mais sofisticado, decidiu então minimizar nessa temporada de Primavera/Verão 2020.

A substituição minimalista feita, resultou em tons de cinza, marrom, o tom “camelo” claro e algumas estampas monocromáticos estampas inspiradas na selva foram apresentadas nos lenços de seda e em alguns dos vestidos femininos. E para carregar essas peças e looks a marca contou com modelos como Bella Hadid, Irina Shayk, Kendall Jenner, Agyness Deyn. O desfile ocorreu no teatro Troubadour em White City, onde montaram uma passarela quadrada com grandes caixas de vidro no meio, nas quais haviam enormes objetos para a saída de som.

Gigi Hadid posou linda nos bastidores ao lado de outras manequins e passou deslumbrante pela passarela com seu cabelo esvoaçante loiro, que estava solto, e vestia um blusa branca com estampa monocromática e uma calça cinza de alfaiataria e um salto alto preto discreto.

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Mesmo com o calendário oficial da Semana de Moda de Nova York reduzido, algumas coisa nunca mudam, como por exemplo o horário de encerramento pontualmente marcado para Marc Jacobs. Para o designer o lugar escolhido foi o Park Avenue Armory, um edifício histórico que se encontra no Upper East Side de Nova York.

A abertura a princípio foram os modelos chegando em massa, e passando direto pela platéia. O público até pôde pensar que teria acabado o show com aquela calmaria, mas estava só começando. Então novamente, com menos pressa desfilaram com seus trajes harmoniosos e coloridos, que na visão de Jacobs deveria expirar como a “celebração da vida”.

Gigi Hadid, não ficou de fora desse encerramento e prestigiou a passarela do designer, que escolheu para a loira usar um look azul claro, consistindo em vestido de malha com brilhos discretos, um colar longo ‘boho chic’, o cabelo parcialmente trançado com umas partes mais soltas e um chapéu adornado com uma orquídea na lateral.

Inicialmente a modelo tinha seus pés cobertos por uma meia longa com um pequeno tamanco, já na segunda parte do desfile ela estava sem nada. A loira teve que ficar descalça e andar na ponta dos pés, fazendo com que se parecesse menos um desfile e mais como um show teatral, assim como decidido pelo estilista. A expressão feliz e doce de Hadid ficou marcada mais ainda na maquiagem de sombra cintilante pressionada por toda a pálpebra e nos lábios mais natural, para completar na mágica do desfile.

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Kate Moss , Tommy Hilfiger , Diane Kruger, Takashi Murakami, Carine Roitfeld e Sébastien Jondeau completam as personalidades que homenageiam o designer por meio de um de seus acessórios de assinatura, a famosa camisa branca. Cada um será replicado 77 vezes e vendido por 777 euros cada, com todo o dinheiro destinado à instituição de caridade Sauver la Vie, que financia pesquisas médicas na Universidade Paris Decartes.

“Karl sempre disse que, com tudo que você faz, você precisa surpreender as pessoas”, disse Roitfeld, consultora de estilo de Karl Lagerfled e curadora do projeto de homenagem. “A reação geral foi bastante divertida e Karl adoraria isso.”

“O enorme nível de apoio oferecido por alguns aos formadores de opinião mais empolgantes do mundo é uma prova do legado de Karl e do impacto que ele causou globalmente”, disse Holli Rogers, diretor de marca da Farfetch. A plataforma de moda online é o parceiro de distribuição exclusivo das camisas da homenagem, além do Karl.com.

Um dia antes das camisas chegarem às lojas on-line, elas serão exibidas na sede da Karl Lagerfeld em Paris durante a semana de moda, juntamente com uma série de outras interpretações de camisas brancas por uma longa lista de notáveis, ressaltando como o falecido estilista ressoou por gerações e vários domínios culturais, de futebol e corridas de carros a estrelas e varejistas de Hollywood. Os participantes incluem Rogers, Kaia Gerber, Helen Mirren, Olivia Palermo, Soo Joo Park, Nadja Swarovski, Amber Valletta, Lewis Hamilton, Simone Legno, Alton Mason, Alessandro Michele, Jean-Baptiste Mondino, Cristiano Ronaldo, Steven Wilson e também Gigi Hadid que contribuiu personalizando a camiseta branca com um desenho preto do estilista na parte de trás e também escreveu o nome do mesmo na gola.

“Este projeto foi uma maneira tocante e significativa de prestar homenagem a Karl e seu incrível legado”, de acordo com Pier Paolo Righi, diretor executivo da casa de Lagerfeld. “É difícil pensar em Karl e não imaginá-lo vestindo sua camisa branca icônica. Ao convidar seus amigos e familiares para personalizar seus próprios projetos, eles foram capazes de expressar suas memórias, anedotas e experiências pessoais. Quando o projeto culmina na exposição em nossa maison, prevejo que ele tenha um impacto poderoso e comovente. ”

Assumindo que todas as peças sejam vendidas, o projeto do tributo deve render quase 419.000 euros para a Sauver la Vie, uma instituição de caridade que Lagerfeld apoia pessoalmente e silenciosamente por anos. De fato, ele até desenhou o logotipo da instituição e fotografou a equipe médica da universidade para um livro de edição limitada.

O projeto reflete a paixão de Lagerfeld por camisas brancas: “Se você me perguntar o que eu mais gostaria de ter inventado na moda, diria a camisa branca. Para mim, a camisa branca é a base de tudo. Tudo o resto vem depois ”, ele disse uma vez.

Seu número favorito se reflete nos preços e quantidades. Sete também era seu distrito favorito de Paris e o endereço de sua livraria na Rue de Lille. As camisas estarão sendo vendidas na Farfetch (inclusive com entrega no Brasil) e no site Karl.com a partir do dia 26 de setembro!

Realizado no último dia 11, Michael Kors comandou um dos desfiles mais importantes da New York Fashion Week. Caracterizado como um desfile predominantemente patriota, a coleção de Kors homenageou a moda americana com roupas náuticas chiques a vestidos glamorosos clássicos.

No desfile que aconteceu em um dia carregado de emoções para os americanos – o aniversário do ataque de 11 de setembro – vimos uma das modelos usar um suéter com a palavra HATE riscada com uma linha vermelha. A trilha sonora escolhida pelo estilista incluía músicas como “American Pie”, de Don McLean, “This Land is Your Land”, de Woody Guthrie, e “Love Train”, de O’Jays, cantadas pelo Coral Jovem de Nova York.

Em uma entrevista, Michael Kors disse que a coleção foi inspirada em várias experiências americanas – desde o musical da BroadwayOklahama” e seus antepassados imigrantes – e que Gigi foi de suma importância nesse processo.

“Conseguimos um teste de DNA de presente – e de fato Gigi Hadid os enviou para mim – e fizemos o nosso DNA, e eu percebi que nunca havia estado em Ellis Island – louca para um nova-iorquino nativo. Fomos e encontramos os registros de chegada da minha bisavó, ela tinha 14 anos, 10 dólares, literalmente nada. Saí me sentindo incrivelmente patriota porque pensei no fato de ela ter construído um negócio, ter criado uma família e seu sonho era atravessar o rio para o Brooklyn”.

Hadid passou pela passarela usando um vestido preto justo com tachas de prata, mangas compridas e que tinha um drapeado extra no quadril. Seu cabelo estava estilizado com uma divisão lateral que colocou metade de seu cabelo para frente, acima de um de seus olhos.

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Após assumir a presidência do Conselho de Estilistas Americanos (CFDA) o que Tom Ford iria trazer para as passarelas era uma das coisas mais aguardadas pelos fashionistas! Na noite de segunda, o estilista fez seu desfile de primavera/verão e mostrou tendências antigas com um toque de modernidade. E o que chamou bastante tenção também foi o local um tanto quanto inusitado: o metro de Nova Iorque. A estação desativada era em Kenmare Street, Manhattan, e a idéia era mostrar que a simplicidade do dia a dia – como andar de metrô – ainda são interessantes.

Inspirado em coleções antigas de 1960 a 1985, com referências a filmes da época como Subway, a coleção de Tom mostrava tops cintilantes, que se moldavam sobre o busto – uma homenagem à colaboração da escultora francesa Claude Lalanne com Yves Saint Laurent, para o outono/inverno de 1969. Também haviam blazers combinados com bodys, e na paleta de cores: roxo, azul escuro e laranja, além do clássico preto e dos animal prints.

O cast estava repleto de nomes de peso como Kaia Gerber, Fran Summers, Binx Walton, e claro, a modelo Gigi Hadid. Gigi passou pela passarela duas vezes, a primeira com uma blusa preta combinada a uma calça over size laranja e para o segundo look a modelo apareceu com um top cintilante roxo com uma calça da mesma cor. A maquiagem escura e o cabelo preso em moicano deram um toque mais dramático ao visual.

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