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No dia 6 de setembro, um dia agitado para modelo, Gigi Hadid finalizou sua noite comparecendo ao desfile do Jeremy Scott durante a Semana de Moda de Nova York, não para desfilar, mas sim, para sentar na primeira fileira bem perto da passarela ao lado de Paris Jackson e da cantora Cardi B para assistir ao Fashion Show. O design tem sido político nas últimas temporadas e se juntando ao grupo vestindo seus modelos para batalha e para o ativismo ativo em jaquetas de exército, casacos de botas de cano alto, saias com estampa de camuflagem e botas de cano curto. Os cristais Swarovski não ficaram de fora embelezando muitas das peças.

Hadid se vestiu à caráter para o evento ao usar uma blusa preta comprida, ficando como um vestido curto mostrando suas pernas longas e torneadas, com a estampa de uma foto de Jeremy Scott e completou seu look com uma bota de cano baixo igualmente preta.


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Gigi Hadid mesmo estando ocupada participando de outros eventos na quinta-feira, 6 de setembro, ela com certeza não deixou de marcar sua presença, mesmo que por poucos minutos, no evento de lançamento do livro do fotógrafo Russell James intitulado como “Angels Collectors Edition”, que estará vendendo somente 1000 cópias tem em suas páginas um compilado de fotos de modelos semi nuas e em poses sensuais e Hadid não ficou de fora tendo algumas fotos maravilhosas no livro. A loira compareceu ao evento por somente 10 minutos ainda usando seu look do Fashion Media Awards, onde estava anteriormente,  e posou para foto ao lado de Russell e junto com sua foto exposta na parede do local.


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Na quinta-feira a Semana de Moda de Nova York foi agitada mais ainda ao acontecer a sexta edição do prêmio anual Fashion Media Awards do The Daily Front Row, que é conhecido por premiar e honrar grandes nomes da indústria da moda.

Gigi Hadid com certeza não ficou de fora! A modelo naquela noite entregou o prêmio de “Capa do Ano”, onde sua capa para V Magazine #114 ganhou, para fotógrafo Mario Sorrenti e o estilista George Cortina. A loira passou pelo red carpet extremamente fantástica usando um vestido curto, mostrando suas longas pernas torneadas, na cor prata metálico com mangas longas e uma fenda na parte da frente mostrando ainda mais suas coxas. Seus cabelos dourados escuro estavam solto levemente ondulados, e seu rosto estava adornado por uma maquiagem marcante em seus olhos em tons de roxo e lábios nude.


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Como já sabemos Gigi Hadid foi capa da Vogue Brasil na edição de Setembro pela segunda vez e com certeza não poderíamos deixar algo tão importante passar despercebido e então organizamos um sorteio maravilhoso para vocês terem a oportunidade de ter um exemplar da revista em sua casa.

Para poder participar é muito fácil: 

  • Siga o Gigi Hadid Brasil no Twitter (@GigiHadidBR) e Instagram (@gigihadidbra)
  • Dê RT no tweet que está no fixado
  • Marque 2 amigos nos comentários do mesmo tweet

         PRONTO! Você já está concorrendo. 

REGULAMENTO:

  1. O participante precisa estar obrigatoriamente seguindo TODAS as regras para participar se não, será desclassificado;
  2. Esse sorteio não tem qualquer custo para o ganhador;
  3. O sorteio é válido somente para todo o território brasileiro;
  4. O sorteio será realizado através de um site;
  5. O ganhador terá 48h para entrar em contato conosco através da DM do nosso Twitter, caso não aconteça isso estaremos passando o prêmio para o segundo lugar;
  6. É proibido estar marcando contas salvas ou famosos referente à terceira regra;
  7. Nós nos comprometemos em enviar o prêmio para o ganhador em um prazo de 90 dias úteis após o resultado;
  8. Pode marcar quantas vezes quiser os amigos, mas somente pode marcar 2 amigos por vez e precisa ser contas diferentes;

O resultado do sorteio será no dia 23 de setembro (Domingo) às 11:00 horas (no horário de Brasília) em nosso Twitter (@GigiHadidBR). Não perca tempo e participe!

Para sua estréia nas passarelas do New York Fashion Week, Gigi Hadid esteve desfilando na noite passada para grife Tom Ford Primavera/Verão 2019! A coleção foi marcada por saias apertadas com espartilhos, Smokings desconstruído, jaquetas masculinas de cetim e de seda nas mulheres, tiras de renda espreitando da bainha de saias rugeas até o joelho, e vestidos de jersey com capuz dos anos 70 e  casacos dos anos 90. Tudo isso veio em tons de preto, branco, tom de pele e lilás pálido. Para aposta masculina, Ford combinou os ternos com camisas e suéteres em tons tonais. As roupas também fora um pouco chamativas, apesar das cores neutras, pelo couro falso de crocodilo, couro de camurça e franjas de seda.

Hadid fechou o desfile, que tinha em sua fila da frente estrelas como Tom Hanks a Henry Golding, Cardi B e a modelo brasileira Adriana Lima, usando um vestido de seda longo, tanto em seu comprimento com nas mangas, com sua cintura marcada firmemente com um espartilho de couro de crocodilo e suas costas cobertas por uma capa comprida dando movimento à vestimenta. Para quebrar o escuro do look a modelo calçava uma sandália de salto dourada, seu cabelo preso em uma coque baixo deu destaque para maquiagem discreta nos olhos em tons terrosos e um delineado preto.


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Após o sucesso da coleção Move, em 2017 – a primeira colaboração entre Gigi Hadid e Valérie Messika, a modelo está lançando sua mais nova coleção intitulada “My Soul”.  Marcando uma notável mudança em relação ao estilo punk-rock de Move, esta nova coleção exclusiva possui uma vibe boêmio-chique. Continuando o talento de Valérie Messika para a criação de jóias modernas que se ajustam à pele como tatuagens, os destaques da coleção incluem sautoirs elegantes e longos, argolas de pressão para orelha e anéis que podem ser colocados juntos. Todas as jóias vêm em ouro 18 quilates adornado com diamantes a assinatura de Messika em uma variedade de formas contemporâneas.

Falando sobre a colaboração, a fundadora da marca e designer de jóias parisiense Valérie Messika disse: “Para esta segunda coleção, Gigi sabia exatamente o que queria. Ela criou uma série de moodboards altamente precisos, que formaram a base do nosso processo criativo”. E continuou falando, “Ela era maestra da orquestra, fornecendo direção artística para estas ideias enquanto eu procurava trazer minha experiência em diamantes e os valores Messika para suas joias dos sonhos”.

Está mais nova coleção estará à venda exclusivamente no Net-A-Porter a partir do dia 12 de setembro e no site Messika.com, seguido pelas boutiques Messika a partir do dia 29 de setembro.


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Gigi Hadid, depois de ter sido capa da Vogue brasileira em 2015, três anos depois a modelo volta a embelezar a capa da revista vestindo a febre neon que contagiou a temporada. O diretor de moda interino, Pedro Sales, foi até Nova York fotografar Hadid pelas lentes da dupla Luigi & Iango,  duo craque em imagens sofisticadas, síntese do DNA da Vogue. No editorial com conceito rebelde Gigi encarna uma líder de banda rockabilly usando um dos vestidos verdes fluorescentes criados pela Signora Prada para esta temporada, e também roupas pesadas, digna de uma líder de banda, com botas e jaqueta de couro.


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Gigi Hadid estampa a capa da CR Fashion Book edição de Setembro usando uma blusa da UNICEF, que marca a sua terceira capa para revista, junto com sua amiga e também modelo Halima Aden, que aparece na revista pela segunda vez, as duas mais novas embaixadoras do Fundo das Nações Unidas para a Infância foram fotografadas pelo fotógrafo de arte contemporânea Pieter Hugo, com estilo de Carine, e foram concebidas para engajar a geração atual de jovens com a importante história da crise global de refugiados.

Visto em um portfólio impressionante que conta com personagens como Danielle Herrington, a ex-refugiada da Somália, Hamdia Ahmed, modelo Dipti Sharma, e outros, os diversos talentos aparecem em peças de alta costura de coleções sazonais misturadas com mercadorias oficiais dos anos 70.

“Durante muitos anos, admirei os embaixadores da UNICEF, como Audrey Hepburn, e hoje tenho muito orgulho de celebrar a missão de salvamento desta organização, especialmente em um ano tão desafiador para crianças e refugiados”, diz Carine. “Segundo a UNICEF, mais crianças estão em movimento agora do que em qualquer momento desde a Segunda Guerra Mundial. Esta estatística chocante significa que capacitar as crianças a pensar, fazer e sonhar maior é mais essencial e urgente do que nunca.”
Gigi Hadid e Hamdia Ahmed têm muito em comum. Embora suas criações tenham variado drasticamente, com a supermodelo passando seus primeiros anos em Los Angeles e a ativista e ex-participante de Miss Maine vivendo em um campo de refugiados no Quênia antes de se mudar para os Estados Unidos, ambos adoram modelagem e são verdadeiros símbolos de esperança. Hadid é uma americana de primeira geração, com a imigração de seu pai da Palestina levando a infinitas possibilidades para seus futuros filhos. Viver nos EUA também transformou completamente a vida de Ahmed, que desde a mudança teve a oportunidade de aprofundar sua educação e devolver a UNICEF, que a ajudou durante seus anos no acampamento. Hadid e Ahmed sentaram-se para discutir suas experiências diferentes, mas conectadas, o incrível trabalho da UNICEF e manter a fé, confira a entrevista completa e traduzida abaixo:
GH: Conte-me sua história e como ela moldou quem você é hoje.

HA: Eu nasci durante a Guerra da Somália em 1997. Eu tinha uma semana quando estava ficando muito ruim, então minha mãe escapou da guerra com seus cinco filhos, incluindo eu. Eu era a mais nova. Minha mãe viu pessoas abandonando seus filhos, e as pessoas lhe disseram: “Você precisa deixar essa garota. Abandoná-la, ela é um bebê, é demais para ela”. Minha mãe disse: “Não, eu estou levando todos os meus filhos comigo”. Então ela caminhou 370 milhas para um campo de refugiados no Quênia. Eu fui criada lá por sete anos até me mudar para os Estados Unidos em 2005.

GH: Uau. Meu pai era um refugiado sírio e tem uma história parecida. Ele nasceu em Nazaré, na Palestina, e na semana em que sua família foi expulsa de casa, eles se mudaram para a Síria. Eu acho que ele também tinha uma semana de idade. É uma loucura pensar sobre o que nossas famílias fizeram por nós.

HA: É tão irreal às vezes. Eu fico como, estou realmente na América agora?

GH: Quanto o acampamento de refugiados você se lembra?

HA: Eu me lembro de ir à escola e pegar uniformes, mochilas, livros e refeições da UNICEF. Eu nunca soube que a América ou qualquer outro país existia. Eu estava apenas presa no Quênia.

GH: Você viu a possibilidade de sair, ou imaginou que sempre viveria no campo de refugiados? Houve coisas que fizeram você se sentir esperançosa?

HA: Quando eu era mais jovem, eu costumava carregar o cartaz da UNICEF e dizer: “Eu vou trabalhar para eles um dia, pessoal!” Essa era a minha maneira de sonhar. Eu não sabia que estaríamos indo para a América até os seis anos. Os membros da minha família foram agredidos sexualmente no campo, por isso o UNICEF ajudou a apoiar um dos meus irmãos com o trauma. Lembro-me de minha mãe costumava perguntar: “Você quer ir para o Canadá, Austrália ou América?”, eu era criança, então para mim, era apenas um processo pelo qual tínhamos que passar.

GH: O que te ajudou a ficar forte no acampamento?

HA: A escola é o que me ajudou a ser forte. A escola me ajudou muito.

GH: Você disse que sempre quis ser modelo. Quando você se interessou pela moda pela primeira vez?

HA: Eu costumava ser intimidada pela minha cor de pele quando eu estava no ensino médio no Maine. Eu tive muitas pessoas me dizendo: “Você precisa se branquear. Você ficaria tão bonita se fosse leve”. E eu fiquei tipo,“Não”. Eu me lembro de quando eu tinha 12 anos, fui a uma loja e olhei para produtos de branqueamento porque eu me sentia tão feia. Eu costumava ter medo de estar em fotos com meus amigos.

GH: Você estava linda hoje na sua foto.

HA: Você consegue imaginar? Agora estou fotografando com Gigi, então…

GH: Então, dedo do meio para eles!

HA: Eu comecei a ser mais confiante quando tinha 14 anos, tipo “Sabe de uma coisa? Estou muito linda. Eu não me importo, estou confiante”. Eu usaria o que quisesse. Os valentões queriam que eu chorasse, mas eu não. Comecei a tirar fotos de mim mesmo e assistia Tyra Banks todos os dias. Eu costumava fazer desfilar no meu porão. Minha mãe dizia: “Hamdia, o que você está fazendo?” E eu diria: “Você não viu o jeito que Tyra desfilou? Eu preciso fazer a mesma coisa.

GH: Você deveria ter visto meu rosto quando eu conheci Halima [Aden] no set pela primeira vez. Eu estava tão animada. O lado do meu pai da nossa família é muçulmano. Quando minha avó se mudou para os Estados Unidos, ela era muito moderna e não se cobria, mas ainda era uma mulher muçulmana muito poderosa e forte que liderava toda a nossa família. Ela aceitava muito os filhos que ainda queriam se cobrir e, se não aceitassem, também os abraçava. É poderoso ver você e Halima se manterem fiéis à sua fé.

HA: Obrigada. Eu ainda não assinei com uma agência, mas…

GH: Mas nós vamos te assinar, menina querida!

HA: É melhor que eles me levem. Eu telefonava para agências de modelos quando tinha nove ou dez anos, na época em que estava sendo intimidada, então esqueci disso. Eu os mandei um e-mail novamente quando eu tinha 14 anos e as agências disseram: “Sim, boa sorte. Não esperamos nada além do melhor para você. ”Eu fiquei como“ um dia você me verá na capa de uma revista ”.

GH: Toda vez que Halima pega uma capa, eu posto. Estou tão animada para ver o que você vai fazer e vou torcer por todo o caminho.

HA: Obrigada.

GH: Então me conte sobre sua experiência com o concurso Miss Maine.

HA: Isso foi tão bom. Não há muita diversidade no Maine, então quando eles viram uma mulher muçulmana competindo, ficaram muito orgulhosos. Ao mesmo tempo, a cidade inteira, literalmente, com exceção de algumas pessoas, me dava olhares sujos. Mas eu simplesmente fui lá em cima e matei. Os juízes não me escolheram porque você não vê mulheres muçulmanas sendo escolhidas para desfiles.

GH: Você precisa de coragem para se colocar lá fora, especialmente quando você é o primeiro no que faz. Saiba que a cada vez que você ouve “não”, você está indo em direção a “sim”.

HA: Isso é tão verdade. Todo “não” está me aproximando dos meus objetivos. Eu sinto que tudo está planejado.

GH: Há sempre um pouco de destino. Eu acho que você está no caminho certo. É para isso que a UNICEF é incrível: ajudar as crianças a sair de situações difíceis, porque você nunca sabe as possibilidades que temos pela frente.

HA: Isso é realmente verdade. O UNICEF fez muito por mim e pela minha família.

GH: Também é incrível porque aqui você está contando sua história para tantas pessoas ouvirem no CR Fashion Book . Você é linda e vai ser uma voz assim não só para os refugiados em todo o mundo, mas também para as mulheres muçulmanas na indústria da moda.

HA: É um momento muito emocionante.

GH: Ainda há tantas crianças buscando um futuro melhor. Há alguma palavra de esperança que você gostaria de dizer a essas crianças?

HA: Não importa onde você esteja no mundo e qual é a sua situação, continue sonhando e saiba que seus sonhos são válidos. Situações ruins são apenas temporárias.As coisas vão melhorar. Saiba que há esperança por aí e que as pessoas estão advogando por você.


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Tradução & Adaptação: Gigi Hadid Brasil