04.01.22
Gigi Hadid estampa capa da V Magazine na Edição #134 Verão 2022
Publicado por Vivian

Não é todo dia que você faz uma supermodelo segurar uma barra de madeira, pular de uma prancha colocada alto no céu e balançar livremente pelo ar. Porém Gigi Hadid não é sua modelo de todo dia. E então o fato de que a própria Gigi Hadid sugeriu tentar o trapézio voador em um telhado da Manhattan’s West Side Highway encaixa perfeitamente com sua singularidade e bravura.

A história desta nova capa para V Magazine na edição #134 Verão 2022 serve como a continuação da série “Fearless Gigi”, que começou na V114 quando a mesma equipe, incluindo o fotógrafo Mario Sorrenti, fotografou o ícone fashion enquanto ela audaciosamente pilotava jet skis e quadriciclos — uma sessão de fotos que ficou marcada na história como uma das mais cheias de ação da indústria. Desta vez a modelo foi fotografada alguns metros longe do chão em um trapézio usando roupas de grife como Saint Laurent, Burberry, Balenciaga, Louis Vuitton, Coperni e muito mais e também usando saltos, o que seria perigoso mas não para Gigi Hadid.

Mas por que permanecer focando no destemor? Porque se você estiver olhando para a rede dezenas de pés abaixo de você, ou simplesmente se desafiando o suficiente para tentar algo atrevido e novo no seu trabalho criativo, são esses saltos de fé que nos ajudam a provar para nós mesmos que somos capazes, fortes e resilientes. E como em qualquer sessão de fotos, a equipe criou essas imagens também demonstraram um destemor deles mesmos por meio de suas escolhas criativas. Por causa disso, Hadid é vista aqui entrevistando cinco forças da moda que estavam no set naquele dia de outono em Outubro, assim brilhando uma luz no processo artístico e mentes brilhantes necessárias para realizar algo nunca feito antes. Confira entrevista completa e traduzida abaixo:

Mario Sorrenti, fotógrafo

Gigi Hadid: O que você pensou quando ouviu que eu queria voar no trapézio além de “Gigi é louca”?

Mario Sorrenti: Bom, você me conhece. Eu estava tipo, “Meu Deus, ela pode fazer isso? É muito perigoso”. Sempre me preocupo com a sua segurança em primeiro lugar. E então eu pensei, “Ela é muito descolada e arrasou quando fizemos o jet ski, então vamos tentar isso.”

GH: Obrigada. Foi muito divertido. Você vai ter que fazer comigo na próxima vez.

MS: É, isso seria bem constrangedor.

GH: Eu queria entrevistar todos que fizeram parte dessa equipe para que os leitores que desejam ser parte do processo fotográfico, mas não necessariamente modelo, tenham uma perspectiva. Quando você faz uma sessão de fotos como essa, que tipo de expectativas você tem e como você aprendeu a se soltar e seguir o fluxo? Porque em uma sessão de fotos assim estamos em um centro de treinamento de trapézio no topo de um prédio na West Side Highway e você precisa fotografar. Eu subi lá menos de 10 vezes e você teve, no máximo, menos de um minuto.

MS: Obviamente, não é o mesmo que fazer uma história de moda normal. Eu precisei me preparar um pouco. A primeira coisa que fiz foi fazer uma pequena pesquisa na fotografia já existente no trapézio e trapezistas, para ter um pouco de noção em como a foto é e o que foi feito. E então, a segunda coisa que eu fiz foi ir até o local e assistir algumas pessoas praticando. Olhei a luz, os diferentes ângulos, tentei entender as coisas que você talvez fizesse para me preparar tecnicamente. Apenas realmente me preparando tecnicamente. Houve muita preparação porque, obviamente, é algo que acontece instantaneamente e temos uma fração de segundo para capturar o momento. Até mesmo com o equipamento, eu utilizei câmeras que fotografam em alta velocidade. Nós tivemos sorte que o tempo e a luz estavam incríveis.

GH: Eu amo as fotos de giz e até mesmo os pequenos momentos dos saltos subindo as escadas. Eu não sei quais partes você planejou e quais apenas aconteceram. Eu acho que parte de toda sessão fotográfica é aquele momento incrível quando você consegue fotos que não esperava.

MS: Bom, eu não planejei nenhuma dessas fotos. Foram apenas o resultado de observar bastante e reagir rapidamente com o que estava acontecendo. Para mim, obviamente, tenho feito isso há muito tempo, então meu cérebro funciona bem rápido. Eu vejo você fazendo algo e então é instantâneo.

GH: Seu dedo vai antes de você dizer ao seu dedo para ir, esse tipo de coisa.

MS: Exatamente. Eu sei o que quero ver, o que está acontecendo, o que talvez vá acontecer. Você explodiu nossas mentes. Você realmente foi muito focada, comprometida e muito atlética. Foi sensacional.

GH: Eu não me senti atlética no dia seguinte. Minha memória muscular do ensino médio voltou e então no outro dia eu estava tipo, “Oh, Espere”. Sou uma mãe velha agora, Mario.

MS: (Risos) É, tanto faz Gigi.

GH: Você trabalha com a maioria das pessoas nessa equipe há muito tempo. Você tem algumas primeiras memórias ou impressões?

MS: Eu conheci Bob quando tinha 18 anos e ele cortou meu cabelo. Quando eu tinha 22 estava procurando por um cabeleireiro para trabalhar junto eu sabia um pouco do trabalho que Bob estava fazendo, e fiquei tipo: “Deixe-me ligar para ele e ver se ele quer trabalhar junto.” E nos tornamos bons amigos. Faz quase 30 anos que trabalhamos juntos. Stephen, eu conheci quando ele era criança, saindo da escola e começando na Visionaire. Conheço esse time há muito tempo, George (Cortina) conheço há muito tempo também, trabalhamos em várias fotos ótimas juntos. Tenho muita, muita sorte de ter tido ótimos relacionamentos com algumas pessoas realmente incrivelmente talentosas, sabe? E eu os conheci muito cedo e todos nós começamos bem jovens, na mesma época. Então é uma ótima equipe. É quase como uma família.

GH: Isso é incrível. Bom, é uma honra trabalhar com você, eu te amo e aprecio. E essas fotos e todas as fotos que fizemos.

MS: Obrigado, eu também. Amo trabalhar com você.

George Cortina, estilista

Gigi Hadid: Sr. Cortina, eu amaria ouvir seu processo de ir de diretor criativo para por fim escolher as peças que você vai estilizar.

George Cortina: Quero dizer, realmente tudo começa com uma ideia, certo? E para mim, é sempre sobre a garota. Depois de ter a garota, então você faz algo ao redor. Mas isso foi diferente porque a garota disse: “Ok, eu quero estar em um trapézio”. Mas quando você faz algo diferente de todos os outros, acho que é sobre a equipe. Eu nunca acho que seja sobre uma pessoa, então quando eles disseram: “Gigi quer fazer trapézio”, eu fiquei tipo, “Fantástico!” E eu pensei: “Ela vai estar em um trapézio, então realmente tem que funcionar.” Não poderia ser um espartilho completo porque eu sabia que você precisava ser livre e não sei como as roupas são construídas. Eu estava tentando fazer algo no trapézio com um stiletto, e Balenciaga fez essa roupa. Eu pensei: ”Quem mais vai para um trapézio de salto alto, mini vestido e faz isso?”

GH: Eu amei o primeiro look onde, minha primeira vez no trapézio, você me colocou em sapatilhas, mas eu não pude ficar realmente surpresa que você me colocou em saltos e me fez subir uma escada.

GC: É incrível. É como uma foto de Avedon dos anos 70. É lindo. É muito divertido. Gigi, você me lembra com quem eu cresci trabalhando, porque você é uma ótima modelo, mas também toma direção e entende o que fazer para uma foto. E eu não estou dizendo isso da boca para fora, você sabe que sou muito direto. É um prazer trabalhar com alguém como você, existem algumas garotas que fazem isso, mas não muitas. Passei anos vestindo garotas na frente de espelhos e queria saber o que elas pensavam, quando confiei nelas. Garotas como Raquel Zimmermann e garotas como Stella Tenant, que sinto falta.

GH: Oh, bom, muito obrigada. Eu amei essa equipe e eu realmente aprecio os momentos em que estamos todos sentados na mesma mesa de café da manhã e falando sobre o cabelo e a maquiagem e podemos conversar e dar referências e ter opiniões.

GC: É a melhor parte do dia. Foi muito engraçado, (nessa sessão) eu queria fazer essas unhas pretas, mas queria preenchê-las com strass, porque eu pensei que quando a luz as atingisse seria lindo. Então, eu fui aos bastidores e você estava quase terminando com unhas, eu fiquei tipo: “O que aconteceu com as pedras?”

GH: E eu fiquei tipo, “Não sei, eu só trabalho aqui”.

GC: Exatamente, e eles estavam tipo, “Bom, o Mario vetou isso”. Eu estava pensando, tem toda essa geração de garotas de 16 anos que estão decorando as unhas de um jeito muito legal, é bem incrível, mas aí eu fiquei, “Mario, quer saber? Está bem. Eu tenho todo o resto. Você não quer o strass, eu consigo viver com isso”.

Luiz Mattos, agente

Gigi Hadid: Então, essa não é a minha primeira vez entrevistando Luiz Mattos, agente extraordinário.

Luiz Mattos: Eu me sinto tão honrado e importante.

GH: Eu iria amar saber, por sua perspectiva, como essa sessão foi realizada.

LM: Bom, em primeiro lugar, eu te amo G, você é incrível. Estou muito honrado por fazer parte da sua equipe e fazer parte desta jornada com você. E é tão bom estar de volta junto com a V Magazine. Quero dizer, você sabe, começamos a trabalhar com Stephen Gan anos atrás e é sempre um prazer voltar para a equipe V. E assim, para a sessão, Stephen entrou em contato comigo — estávamos falando sobre fazer algo com você novamente. Lembro que foi em junho, você estava filmando algo e teve uma pausa. Eu falei com você sobre fazer uma capa com a V, e você ficou tipo “Oh, eu amo isso”. E então você ficou tipo, “Vamos fazer algo diferente”. Você sempre tem as ideias mais incríveis. Eu digo a todos, um dia, se eu ficar rico o suficiente e puder abrir uma agência de publicidade, vou contratar você.

GH: Eu trabalharia de graça para você.

LM: Porque você sempre tem as melhores ideias e você estava tipo, “Que tal uma história de trapézio?” Você é destemida. Quando está fotografando você vai além. Qualquer coisa pode estar acontecendo no seu mundo, mas sua ética profissional é fenomenal. Então você veio com essa ideia do trapézio.

GH: Eu estava a caminho de casa do trabalho no Pier 59, onde trabalho muito, e sempre passo por essa escola de trapézio que fica no topo de um prédio e penso: “Quero ir lá um dia”. E às vezes esse trabalho é uma oportunidade de experimentar coisas novas e inspirar as pessoas a experimentarem coisas novas.

LM: Algo novo, sim. Ninguém esperava que você estivesse no trapézio usando saltos [Balenciaga].

GH: Isso foi apenas um toque de George Cortina. Quando ele me colocou em sapatilhas para o primeiro look, fiquei tipo: “Perfeito, isso é muito sensível, Sr. Cortina.” E então, é claro, tinha que haver uma calça que se transformasse em saltos.

LM: Sim, eu estava com muito medo. Você sabe, vendo você subir, usando salto alto. Eu gosto: “Oh meu Deus, me deixe fechar os olhos por um segundo.” Você era uma profissional total fazendo essas manobras em um carro, em um jet ski ou debaixo d’água. É como aquele programa ”America’s Next Top Model” com todos esses desafios loucos. Você acha que uma modelo jamais faria essas coisas, mas…

GH: Elas fazem.

LM: Agora estou só esperando o próximo. Vamos fotografar Gigi no espaço? Você está pronta para ser uma astronauta e fazer uma sessão fotográfica lá em cima?

GH: Eu amaria! Também queria te perguntar sobre sua própria carreira, como um agente vai do ponto A até eventualmente fazer um ensaio fotográfico como esse?

LM: No agenciamento, nosso trabalho não é apenas esperar o telefone tocar. Você tem que ter ideias, você tem que debater o que vai fazer a seguir. Você tem que pensar constantemente: “Qual é o próximo passo?” E mantendo essa mente criativa. Pessoas como você, Stephen, Mario (Sorrenti) — São a razão pela qual eu amo estar neste negócio, e sou tão orgulhoso de fazer parte dele.

GH: Essa sessão te inspirou em tentar trapézio um dia?

LM: Sim, eu estava inspirado a experimentar. Talvez da próxima vez que você dirigir na West Side Highway, me veja lá em cima. A coisa toda foi uma ótima experiência. Foi um dia muito bom. Sabe, apesar do fato de que você estava de salto alto no trapézio.

GH: Eles me disseram que pessoas de circo muito profissionais usam salto alto lá em cima. Então, eu estava subindo prematuramente para o próximo nível de calçados.

LM: Na próxima semana de moda os designers deveriam fazer um desfile onde mostram as coleções no trapézio.

GH: Bom, Luiz falou, você ouviu aqui primeiro.

Diane Kendal, Maquiadora

Gigi Hadid: Eu iria amar que você nos contasse sobre seu processo ou inspiração para escolher o look dessa história.

Diane Kendal: Você sempre tem essa reunião inicial, e eu sabia da ideia de que você estaria nesse trapézio, isso foi muito emocionante. E depois de chegar lá e falar com George (Cortina), eu sabia que algumas das fotos estariam bem de longe, mas eu realmente queria ter certeza de que o foco estivesse no seu rosto. É por isso que decidi criar um lindo delineado e mantê-lo muito simples. A sessão de fotos foi sobre o quão forte e dinâmica você é, e eu senti que era uma continuação disso.

GH: Eu amei! E como foi em preto e branco, acho que qualquer outra coisa não teria tanto poder.

DK: Exatamente. Se eu tivesse feito uma aparência mais cosmética, teria quase desaparecido, entende? Tinha que ser algo bastante gráfico para acompanhar essa história. Quando voltamos ao estúdio, fazia sentido tornar isso mais forte, então fizemos mais uma versão exagerada do visual que fizemos para fora.

GH: Qual é a primeira coisa que você faz quando chega em uma sessão fotográfica? Eu acho que é difícil para as pessoas quando elas chegam em um set e tem tantas pessoas, especialmente quando você é novo. Mesmo neste momento da minha carreira, às vezes ainda ando no set e fico tipo, “Para onde eu vou primeiro?”

DK: Ah, com certeza é falar com o diretor de arte, o estilista, o editor de moda ou o fotógrafo. Normalmente, há uma reunião quando você começa a trabalhar com todas essas pessoas.

GH: Você trabalhou muito com essa equipe. Tem alguma primeira impressão de alguém que você se lembra de um primeiro trabalho com eles?

DK: O engraçado é que consigo me lembrar de Mario (Sorrenti). Conheci Mario pela primeira vez quando ele era modelo, ele nem estava tirando fotos quando o conheci.

GH: E você estava maquiando?

DK: Sim. Na verdade, eu não estava trabalhando. Foi mais uma coisa social, mas me lembro dele estar em Londres, foi quando ele estava saindo com Kate (Moss). Ele talvez estivesse pensando em fazer fotografia, mas ainda estava modelando naquela época. Bob (Recine), eu me lembro de trabalhar com ele provavelmente quando me mudei para Nova York, ele tinha um pequeno salão e ele realmente não fazia muito trabalho de sessão naquela época. Ele tinha feito o trabalho de sessão, e então decidiu abrir este salão, e então decidiu voltar. Ele tem histórias incríveis, sabe? Porque ele começou na cena de Andy Warhol, então ele tem muitas histórias daquela época e acho que foi Andy quem lhe disse que ele deveria ser cabeleireiro.

GH: Uau, vocês todos viveram tantas vidas!

Bob Recine, cabeleireiro

Gigi Hadid: Eu adoraria que as pessoas que lêem isso e queiram fazer cabelo entendessem seu processo. O que você faz quando chega no set, como você cria seus pontos de vista sobre um conceito e como você trabalha com a equipe para obter a imagem final?

Bob Recine: O processo criativo é exatamente isso —um esforço colaborativo. Como você sabe, Mario (Sorrenti) teve uma ideia naquela manhã que achava que funcionaria. Acho que nós dois sabíamos imediatamente que com você voando para frente e para trás com o cabelo para baixo, teríamos poucos enquadramentos seus com o rosto para frente ao vento. Então tivemos aquela reunião e se bem me lembro, rapidamente fizemos as tranças para dar a eles uma ideia do que poderia ser. Agora que vi as fotos, foi absolutamente perfeito, e acho que George (Cortina) viu isso imediatamente, então Mario também percebeu imediatamente. É sempre algo que discutimos, e neste caso há elementos do vento e da direção em que você estava balançando —qualquer coisa que realmente entrou em jogo ali- e de fato saiu muito bem.

GH: Eu acho que, como cabeleireiro, você tem que perceber em quais situações terá controle do cabelo e quais situações você tem que preparar o cabelo para realizar por você.

BR: É realmente assim que sempre chegamos nesse processo, esteja você voando pelo ar ou até mesmo em pé na frente da câmera em um set.

GH: Eu sei que você tem trabalhado com a maioria das pessoas que estavam no set naquele dia há muito tempo. Você tem alguma primeira impressão ou história de suas primeiras interações com alguém?

BR: Eu costumava trabalhar um pouco com a mãe do Mario, ele era um modelo na época.

GH: Foi o que Diane falou. Diane contou sobre o seu salão, que eu gostaria de ouvir sobre depois disso.

BR: Eu era dono do salão de 89 até 98 e no início dos anos 90 Mario começou a modelar. Mario veio até mim e eu cortava o cabelo dele, então um dia Mario disse: “Ei, escute, Bob, você pode me dar um dos cabeleireiros? Porque estou começando a tirar fotos.” Então eu disse: “Claro, deixe-me ver suas fotos.” E eu olhei e disse: “Sim, eu tenho um cabeleireiro para você: eu.” Eu vi imediatamente que ele era realmente especial. Então foi assim que Mario e eu nos reunimos, isso foi há mais de 25 anos. Mario começou aos 19 ou 20 anos tirando fotos, então eu já estava meio estabelecido e tinha uma reputação e tudo mais. Reconheci imediatamente que Mario faria parte da próxima onda de criadores de imagens. E George (Cortina), bem, ele é muito especial —não apenas uma pessoa, mas estilista. Ele vem desse tipo de elegância decadente e antiga que muitas pessoas realmente não entendem ou não entendem mais.

GH: Definitivamente tem um ponto de vista quando você vê o cabide. Não são apenas muitas coisas que ele espera juntar assim que chegar lá. Ele realmente tem uma direção.

BR: E como eu disse, pode ser você indo debaixo d’água, ou em um trapézio, ele ainda traz as peças que, devo dizer, nesta fase são realmente nativas dele. Eu acho que ele é uma pessoa realmente incrível, e como acabei de revelar, conheci os dois em estágios iniciais e trabalho com eles regularmente, sabe?

Tradução & Adaptação: Gigi Hadid Brasil

 

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